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Proibido no Brasil, tratamentos estéticos antirrugas com sangue ativam células cancerígenas

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O tratamento estético antirrugas feito com sangue, ficou mais conhecido no Brasil quando a apresentadora Luciana Gimenez postou um vídeo que mostra uma das sessões feitas por ela em Nova York, a revelação da celebridade dividiu opinião do público à época e até hoje é motivo de muito burburinho na grande rede. Nos Estados Unidos, a técnica é conhecida como “Vampire Facelif”, ela promete eliminar as rugas pouco profundas na pele usando o sangue do próprio paciente.

Proibido no Brasil, tratamentos estéticos antirrugas com sangue ativam células cancerígenas

Proibido no Brasil, tratamentos estéticos antirrugas com sangue ativam células cancerígenas

Apesar da técnica já ter sido adotada por muitas celebridades ao redor do mundo, no Brasil ela é proibida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), isso porque muitos médicos acreditam que essa técnica pode ativar células cancerígenas, além de não ter eficácia comprovada.

Efeito do tratamento não é comprovado pela ciência

De acordo com a opinião de dermatologistas, o procedimento até o momento é meramente experimental, não se tratando, portanto, de um procedimento médico padrão. Além de tudo, para muitos profissionais de saúde no Brasil, o procedimento à base do sangue do paciente pode acabar causando infecções, ativando consequentemente as células cancerígenas.

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Médicos norte-americanos defendem a técnica

Apesar do receio da medicina Brasileira quanto ao procedimento, os norte-americanos seguem defendendo a técnica. Muitos dos profissionais Estadunidenses chegam a lamentar o fato de o Brasil ainda não ter liberado a técnica, na opinião deles, existem sim, diversas pesquisas que comprovam a eficácia e os benefícios do procedimento em diversos Países do mundo.

Nos Estados Unidos o procedimento é usado com finalidade estética, sendo recomendado a pacientes que desejam reduzir cicatrizes e rugas.

Técnica ativa a produção de colágeno

A técnica consiste na retirada do sangue do braço do próprio paciente, o material em seguida é levado até uma centrífuga, onde o plasma é separado dos glóbulos vermelhos. Depois do referido procedimento, o médico injeta o plasma nas áreas do rosto onde há sinais de expressão.

Especialistas Internacionais, atuantes nas regiões onde prática é permitida, acreditam que a aplicação ativa a produção de colágeno, que é a proteína responsável por manter a pele sempre firme. Segundo informações, os efeitos do procedimento tendem a começar surgir em cerca de três semanas após o tratamento.


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