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O papel social desempenhado pelas clínicas para dependentes químicos

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O consumo de drogas é um dos maiores problemas sociais da atualidade, que infelizmente vem se agravando a cada ano. Neste artigo, trouxemos dados que demonstram a importância do tratamento realizado em clínicas para dependentes químicos e o impacto que a recuperação destes indivíduos pode causar na sociedade.  

A dependência química é uma condição crônica, que exige determinação e vigilância constante, tarefa essa, que dificilmente pode ser executada de modo satisfatório por pessoas que não possuem o conhecimento técnico necessário.

O papel social desempenhado pelas clínicas para dependentes químicos

Contudo, isso não quer dizer que não exista esperança para a recuperação do usuário, e as chances aumentam significativamente com o acompanhamento de profissionais capacitados para lidar com esse tipo de problema.

A abordagem terapêutica é extremamente importante nesses casos, onde familiares e amigos também precisam deixar seus preconceitos de lado, para abraçar completamente a metodologia elaborada pelas clínicas de reabilitação.

Vale lembrar que a dependência química é uma doença que precisa ser tratada com base no contexto biológico, psíquico e social, responsável por seu desenvolvimento, sendo necessário avaliar o que de fato levou o usuário a consumir drogas.

Precisamos levar em conta que qualquer vício, independentemente do tipo de substância em questão, não é nada fácil de lidar, e ainda mais difícil, é o retorno do paciente ao convívio social.

Acima de tudo, vale lembrar que a dependência química é uma doença crônica que precisa ser tratada com base no contexto biológico, psíquico e social, que são fatores diretamente responsáveis pelo seu desenvolvimento.

Por esse motivo, o tratamento aplicado em clínicas para dependentes químicos precisa ter uma abordagem otimizada e particular, que seja elaborada por uma equipe técnica especializada nesse tipo de paciente.

Qual é o real tamanho do problema

De fato, a questão do aumento significativo no comércio e no consumo de drogas lícitas e ilícitas na sociedade como um todo, é listado como um dos principais problemas de saúde pública da atualidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem trazendo dados cada vez mais alarmantes sobre o aumento do consumo de entorpecentes pela população do mundo todo.

Além disso, de acordo com o Relatório Mundial sobre Drogas, emitido no dia 24 de junho de 2021, pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), o impacto da Covid-19 trouxe um aumento da pobreza e piora das condições de saúde mental, sobretudo entre populações mais pobres, fatores que agravam esse cenário.

Diversos estudos têm demonstrado que o estado emocional e físico causado pela interação com uma determinada substância, é capaz de causar mudanças comportamentais que normalmente incluem o impulso de fazer uso constante da mesma.

Um levantamento divulgado recentemente pela Confederação Nacional dos Municípios (CMN), intitulado como “Observatório do Crack”, aponta que 7 das 23 cidades (30,43%) analisadas, são classificadas com altos níveis de problemas relacionados ao consumo de drogas.

O estudo também indica que os grandes centros urbanos são aqueles que mais sofrem com este cenário. Observação que demonstra na prática, como a dependência química é um dos problemas sociais mais difíceis de serem contidos nas metrópoles.

Enquanto existirem deficiências como desigualdade, preconceito, descriminação e falta de investimento em políticas públicas por parte do governo, este será um quadro cada vez mais complicado de se reverter.

Por conta disso, as grandes cidades do país se tornam locais de aglomerações de usuários, e consequentemente, um cenário perfeito para a ação dos traficantes, que necessita de grande demanda policial para coibir a prática.

Mas esse problema vai ainda além, tendo em vista que a maioria desses dependentes químicos não são designados para tratamento. Na verdade, muitos deles acabam sendo presos, o que causa a superlotação do sistema penitenciário.

Isso ocorre por não haver na legislação, dispositivos que discriminem a quantidade que um usuário pode portar para consumo próprio. Daí nasce um conflito, pois o cidadão que deveria ser tratado como um doente, é visto como criminoso.

A OMS classifica o uso de drogas como transtorno mental, pois a maioria desses usuários são pessoas que agem por puro impulso. Sua capacidade de discernimento foi comprometida pelo consumo do entorpecente.

Infelizmente essa condição se caracteriza como outro problema, uma vez que esse usuário se torna um perigo em potencial para si mesmo e para outras pessoas, capaz de roubar e até mesmo matar para continuar alimentando seu vício.  

Em muitos casos, o indivíduo pode ter chegado nessa situação por conta de problemas familiares, financeiros, influências de amigos e conhecidos, fragilidade emocional, entre outros fatores que se tornaram um gatilho para o consumo de drogas.

Dessa forma, a atuação das clínicas para dependentes químicos em cidades como São Paulo, por exemplo, se mostra realmente indispensável, tendo em vista que instituições sérias podem de fato, trazer essas pessoas de volta para o convívio social. 

A importância do tratamento feito nas clínicas para dependentes químicos

De modo geral, as internações são realizadas quando o paciente necessita de assistência integral, ou mesmo quando exibe comportamentos agressivos e pensamentos suicidas.

Fonte: https://alessandrouniclinicas.com.br/tratamento-em-dependencia-quimica-qual-a-sua-importancia/

A abordagem multidisciplinar utilizada nas clínicas para dependentes químicos, é o que irá possibilitar a recuperação da autoestima, além de ser um estímulo necessário para a ressocialização do indivíduo.

Somente através do trabalho de uma equipe formada por Médicos Clínicos e Psiquiatras, Psicólogos, Nutricionistas, Enfermeiros e Educadores Físicos, é possível fazer com que o paciente volte a ter qualidade de vida, e assim possa se comprometer inteiramente com o tratamento.

Além disso, um local apropriado, que garanta descrição, paz e tranquilidade, pode fazer toda diferença na melhora do quadro psicológico e consequentemente para a sua reabilitação social e familiar.

A equipe da clínica para dependentes químicos, também será responsável por implementar um planejamento técnico para o período de pós-internação, elaborando metas de curto, médio e longo prazo.

Estes protocolos incluem planos emergenciais que irão ajudar o paciente a lidar com os desafios do cotidiano, como perdas de parentes ou amigos, desemprego e situações de conflito emocional.

Se toda a metodologia imposta pelos profissionais envolvidos for colocada em prática e o tratamento for seguido à risca, a recuperação e o retorno ao convívio familiar, será alcançado de forma gradual e duradoura.

Todo esse trabalho tem um impacto social extremamente positivo, uma vez que a reabilitação do paciente funciona como uma interrupção no ciclo de decadência, que é causado pelo consumo e pela venda de drogas no Brasil e no mundo.


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