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Inseminação artificial: Confira as principais perguntas e respostas sobre o tema

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Milhões de pessoas possuem problemas que impedem que elas consigam ter filhos de forma natural. Os problemas de reprodução naturais estão entre os principais motivos que fazem com que os casais vão parar dentro de um consultório de um médico especialista. E isso pode acabar se tornando muito frustrante, especialmente para aquelas pessoas que sonham ter filhos. 

Com a evolução da ciência, foram criados alguns tratamentos que ajudam a resolver este problema, que ficaram conhecidos como técnicas de reprodução assistida. E uma das mais comuns na comunidade médica é a chamada inseminação artificial. E a técnica tem conseguido melhorar muito a sua taxa de sucesso nos últimos anos, fazendo com que as pessoas tenham mais chances de conseguir chegar ao resultado final, que é o nascimento de um ou mais bebês. 

Inseminação artificial: Confira as principais perguntas e respostas sobre o tema

Para entender melhor como funciona a inseminação artificial, confira algumas perguntas e respostas sobre o tema:

Inseminação artificial e fertilização in vitro são a mesma coisa?

Essa é uma das dúvidas mais comuns que as pessoas que vão para uma consulta médica sobre o tema acabam tendo, uma vez que essas duas técnicas costumam ser apresentadas como a solução para a dificuldade de reprodução. Mas elas são diferentes entre si. A inseminação é quando o material seminal é preparado e depositado diretamente no útero da paciente, para que a fertilização aconteça de forma natural. 

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Já a técnica in vitro acontece quando é feita a retirada dos óvulos da paciente, nos quais são introduzidos os espermatozoides. O embrião desenvolvido é, então, transferido para o útero. 

É possível escolher o sexo do bebê nesta técnica?

Quando os casais vão para um consultório para resolver um determinado problema de reprodução natural, muitos acreditam que conseguem ter o total controle de tudo o que vai acontecer a partir do momento que a ciência entra em ação. Mas não é bem assim que as coisas funcionam. Não é permitido escolher o sexo do bebê, sendo que essa é uma resolução do Conselho Federal de Medicina, seguindo as orientações internacionais obre o tema. 

A única exceção é feita a partir do estudo genético do embrião, desde que seja para evitar a transmissão de doenças genéticas relacionadas aos cromossomos sexuais, previamente conhecidas no casal. 

Quantos embriões podem ser transferidos para a paciente?

Este é outro tema que está regulado pelo Conselho Federal de Medicina, seguindo as recomendações internacionais sobre o tema, para evitar que a pessoa que está passando pelo tratamento tenha maiores problemas e riscos. De acordo com a atual regulação, em paciente de até 35 anos, dois embriões. Já para as pacientes entre 36 e 39 anos, são três. A partir de 40 anos, no máximo quatro. Mas a tendência mundial é que seja transferido apenas um embrião. 

Existe alguma garantia de que o embrião seja bom?

Na verdade, o tratamento em si não dá 100% de certeza em nada, assim como acontece com grande parte dos tratamentos da medicina. Mas existem uma série de técnicas que são feitas ao longo do processo que visam aumentar as chances de que a gravidez aconteça de uma forma segura e saudável. Existe também uma classificação morfológica que avalia a qualidade do embrião, mas ela por si só não pode ser considerada como decisiva. 

O que é biópsia embrionária?

Este é um termo que pode assustar as pessoas que estão chegando no consultório médico e que não possuem muitas informações sobre o tema, já que a palavra está muito relacionada a doenças como o câncer. Mas, na verdade, nada mais é do que um procedimento que tem como principal objetivo avaliar a carga cromossômica de cada embrião, verificando se há alterações como monossomias ou trissomias. 

Este é um procedimento que costuma ser feito de uma forma mais rotineira nas pacientes que procuram o tratamento e que possuem a partir dos seus 38 anos de idade ou que tenham histórico de aborto repetitivo ou falha de implementação. Vale ressaltar que os médicos especialistas no assunto afirmam que este é um procedimento seguro, que não causa qualquer tipo de alteração genética no embrião nem provoca sequelas no bebê. 

Quanto tempo um embrião pode ficar congelado?

Essa é uma outra preocupação que os casais acabam tendo em relação a possibilidade de ter um filho. Muitos possuem medo de congelar os embriões em uma fase muito jovem da sua vida e demorar muito para decidir ter um filho. Mas, de acordo com os especialistas, um embrião pode acabar ficando congelado pelo tempo que for necessário. Existem registros de embriões que ficaram entre 10 e 15 anos congelados e acabaram gerando gestações de sucesso. 


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