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Asma pode ser fatal! Entenda os perigos.

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Recentemente a atriz, roteirista e escritora Fernanda Young de forma inesperada acabou nos deixando, após ter uma crise de asma seguida de parada cardíaca. Esta é uma doença que não tem cura, poderá ser controlada, mas é fundamental citar que ela pode matar em situações extremas.

Entenda um pouco mais sobre que situações a doença poderá levar a óbito e saiba como se prevenir.

Asma pode ser fatal! Entenda os perigos.

Quando a asma pode matar?

A situação poderá ocorrer quando a asma não está sob controle, quando a utilização dos medicamentos não é suficiente, e quando o tratamento não está devidamente ajustado. Este tratamento é um pilar de sustentação que permite o controle de crises como ocorreu com Fernanda Young.

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Nos casos críticos, a doença acaba provocando um bloqueio de vias aéreas, e dificulta com isto a respiração, em situações mais extremas, acaba barrando a passagem de oxigênio para órgãos vitais e o paciente pode vir a óbito.

Muitas vezes os pacientes não tratam os sintomas entre crises, apenas as crises, estes sintomas são indicativos de uma inflamação persistente nos pulmões. O cansaço aos exercícios, despertares noturnos com tosse ou mesmo falta de ar são sinais que apontam uma asma não controlada.

Saiba identificar crises graves

A situação começa com tosses e chiado no peito, eis que então vem o desconforto na respiração e a dificuldade de expelir o ar, a respiração curta, a sensação de aperto no peito. Tudo isto resulta na alteração de oxigenação sanguínea, o que poderá ser bastante perigoso.

Caso você estiver com uma pessoa que apresente estes sintomas, e mesmo com uso de bombinha não sejam resolvidos, leve imediatamente a pessoa ao pronto socorro. Situações de lábios e dedos arroxeados também podem indicar uma grande gravidade.

Que ações tomar em crises mais graves?

As bastante famosas bombinhas auxiliam a dilatar os brônquios podendo tirar o paciente de uma crise leve e moderada. A partir disto, durante uma crise grave, a bombinha muitas vezes não resolve, e poderá haver a necessidade da ajuda de aparelhos para respirar.

O tratamento geralmente ocorre com broncodilatadores em via inalatória, estes utilizados em uma dose adequada para cada um. Os pacientes por sua vez conseguem reconhecer a intensidade da crise e de forma imediata utilizam o medicamento. Caso não ocorra resposta suficiente, é importante procurar por ajuda médica imediata.

Os tempos de crise grave podem levar ao óbito, mas são bastante variáveis, por isto é fundamental ter cuidado pois dependerá das condições físicas de cada paciente.




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