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Aborto espontâneo: veja esclarecimentos para dúvidas comuns a respeito do assunto

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Nos primeiros meses de gestação muitas mulheres ficam preocupadas com os riscos de um eventual aborto espontâneo, e pudera, os números relacionados a esse tipo de problema são de fato alarmantes.

Segundo estimativas, cerca de 15 e 20% de todas as gestações são interrompidas de forma espontânea ainda nos três primeiros meses de gravidez. Infelizmente, isso ocorre de maneira natural, seja por ação cromossômica ou má formação no embrião, que acaba impossibilitando o desenvolvimento saudável.ab

A seguir seguir você pode conferir alguns esclarecimentos sobre asa principais dúvidas relacionada ao aborto espontâneo considerando a visão de especialistas.

Confira informações que você precisa saber sobre o aborto espontâneo

Tudo sobre o aborto espontâneo

Qual aborto é espontâneo?

A medicina classifica como aborto espontâneo a gravidez interrompida de forma natural até a 22ª semana de gestação, quando o bebê ainda pesa menos de 500 gramas. Além disso, quando ocorre antes da 12ª semana o aborto é considerado precoce, sendo visto como tardio quando ocorre após esse período.

As estimativas apontam que pelo menos 80% dos abortos espontâneos acontecem de forma precoce. E vale lembrar ainda que na maioria das vezes o aborto pode ocorrer antes mesmo da mulher descobrir que está gravida, estima-se que esse tipo de situação corresponda a cerca de 65% dos casos.

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O que motiva o aborto espontâneo?

Existe uma série de fatores que podem estar por trás de um aborto espontâneo, mas o principal está relacionado a problemas genéticos que ocorrem no momento em que o embrião está se formando, que pode culminar com falhas no processo e até gerar crianças com desbalanços cromossômicos.

Estatísticas apontam que esse é o motivo principal de cerca de 70% das causas. Quanto mais velha for a mulher, maior será também a chance desse tipo de aborto ocorrer.

Vale ressaltar que os casos de abortos ocorridos depois do primeiro trimestre de gestação podem estar ligados a outros problemas, a lista inclui, por exemplo, aqueles relacionados ao útero, como a insuficiência istmo-cervical que se caracteriza por uma fragilidade do colo do útero, ou mesmo más-formações.

Além desse motivo, o diabetes pode ser outra possibilidade. Nesse caso o desequilíbrio do metabolismo do açúcar está associado à má formação do bebê isso e isso interfere em seu desenvolvimento, podendo causar assim o aborto espontâneo.

Não obstante, existem ainda doenças autoimunes que também podem se manifestar como causadoras das doenças, a lista pode incluir o lúpus e a artrite reumatoide. Esse tipo de paciente produz anticorpos contra a gravidez, que por sua vez também está ligada à alteração do sistema imunológico.

A lista de possíveis causas para o aborto espontâneo pode incluir ainda problemas como:

  • Hipotireoidismo – que é marcada pela queda de hormônios fundamentais para o corpo;
  • Deficiência na produção de progesterona – que é fundamental na manutenção da gravidez (nesse caso é possível solucionar o problemas com suplementação antes da gravidez e também no inicio da gestação); e
  • Maus hábitos, como tabagismo, consumo excessivo de álcool, uso de outras drogas e exposição a radiação e metais pesados.

O pai pode ser responsável pelo aborto espontâneo?

Sim. Hoje em dia se sabe-se que a idade do pai é um fator importante para a formação de um embrião saudável. Os espermatozoides de um homem a cima de 55 anos estão ligados a uma possibilidade maior de aborto espontâneo.

Sintomas

Os principais sintomas de um aborto espontâneo é o sangramento aliado de cólica. Muitas mulheres também pode perceber que os sintomas típicos de uma gravidez simplesmente desapareceram.

Aborto espontâneo é normal?

Para os especialistas um aborto espontâneo é o esperado, mas caso a mulher tenha dois seguidos o quadro passa a ser de aborto habitual, sendo necessária uma avaliação mais aprofundada a fim de investigar as causas.

Sexo, atividade física e sustos causam abortos?

Isso não passa de mito. Ter relações sexuais na gravidez não prejudica o bebê, a menos que o caso seja de placenta prévia. O mesmo vale para exercícios físicos, que mesmo na gestação pode ser feito de forma moderada e com acompanhamento médico.




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