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Dinheiro a dois: 7 dicas sobre finanças para recém-casados

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A cerimônia de casamento marca o início de uma nova fase da vida a dois, que na maioria dos casos foi planejada por um bom tempo e então passa a unir dois corações apaixonados sob o mesmo teto.

No apagar das luzes, contudo, muitos recém-casados se deparam com os primeiros desafios desse novo universo, o que invariavelmente inclui os desdobramentos iniciais da vida financeira familiar.

Neste período de adaptação à eventualmente inédita realidade, um casal que não está preparado para lidar simultaneamente com o dinheiro e todas as outras questões que implicam um relacionamento saudável (sentimentos, realizações, sonos, desentendimentos, etc) pode estar fadado ao fracasso no médio/longo prazo.

E presumindo que a maioria das pessoas que se casam, sabe perfeitamente o quão importante é lidar com os detalhes relacionados à vida amorosa em si, decidimos deixar nossa contribuição oferecendo algumas dicas sobre educação financeira, que como já sugerido, é de suma importância para quem deseja atingir o desejado equilíbrio no relacionamento. As informações levam em consideração a opinião de especialistas em finanças. Confira!

Princípios de educação financeira para novos casais

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Relação equilibrada

O começo de uma relação equilibrada passa por saber exatamente quem é o parceiro que mais gosta de lidar com a questão financeira. Especialistas garantem que de modo geral um dos cônjuges tende a ter maior controle e interesse em relação a dinheiro.

O bom senso pede que aquele que tem maior preparo para lidar com sas finanças, portanto, seja o responsável por gerenciar os gastos e contas do casal. Agora, vale dizer que essa decisão (sobre quem vai gerenciar as finanças do casal) deve ser tomada em comum acordo.

A pessoa escolhida vai cuidar das despesas mais corriqueiras e o casal ainda poderá discutir o melhor caminho a seguir diante de situações menos convencionais e mais importantes.

Avaliação de contas pendentes

Esse é um passo que pode (e deve) ser dado pelos noivos antes mesmo do “sim”. Para os desavisados, no entanto, mesmo após o casamento ainda há tempo para organizar a questão.

Especialistas afirmam que na hora de planejar a vida a dois é importante fazer um levantamento de todas as pendências do casamento. A lista de despesas deve incluir além das eventuais contas remanescentes da cerimônia e da festa, aquelas que vão vencer nas primeiras semanas após o casamento, tais como água, aluguel/financiamento, supermercado, cartão de crédito, etc.

Depois de mapear tudo e anotar também os eventuais gastos que podem surgir a seguir, é importante começar o corte de despesas não essenciais.

Alinhamento dos sonhos

Sonhar é fundamental para quem almeja crescimento, seja ele profissional ou intelectual. Dito isso, o casal precisa conversar a fim de alinhar os objetivos e ambições para a vida.

E de acordo com especialistas, ninguém deve aguardar pela liquidação da dívida ou maior afinidade com o parceiro para dar esse passo. É algo que precisa ser feito o quanto antes até para que ambos saibam exatamente o que esperar do futuro.

Vale dizer também que além dos objetivos em comum (futuras comemorações de bodas? Casa própria? Carro?), é importante que cada um tenha objetivos individuais que sejam de conhecimento do cônjuge, dessa forma um pode contribuir também com a realização e crescimento do outro.

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Definição de um orçamento familiar

Em um mundo ideal, após definir os sonhos e objetivos de vida, o casal precisa esboçar um orçamento financeiro para a jornada. Esse é o momento de colocar na ponta do lápis os rendimentos líquidos de cada da forma mais objetiva possível. A partir daí se torna mais simples a criação de um planejamento detalhado de gastos e despesas vindouras.

Nessas circunstâncias é preciso levar em consideração primeiro os sonhos pré-definidos, pensando sempre no médio e longo prazo. Uma conta corrente conjunta para os objetivos do casal pode ser uma saída interessante para quem quer controlar melhor o dinheiro.

Economia para eventuais emergências

Ninguém está livre de emergências, por isso, é bom estar sempre preparado para lidar com elas. Dito isso, o casal precisa se organizar para direcionar mensalmente uma parte da renda familiar para uma poupança de emergência, que como o nome sugere, só deverá ser usada como último recurso diante de imprevistos, como desemprego ou doenças, por exemplo.

Renda alternativa

Não restam dúvidas de que o país vive tempos difíceis, economicamente falando. Por isso mesmo, a busca por uma renda extra é uma saída interessante para a maioria daqueles que esperam ser bem-sucedidos e não ganham tanto quanto gostariam no trabalho convencional.

Entre as possíveis atividades para a conquista de uma renda alternativa, estão a revenda de produtos no varejo, a venda de itens usados que já perderam o uso em casa (livros, CD’s, roupas), ou até mesmo uma das inúmeras oportunidades legítimas de negócios pela internet (criação e comercialização de cursos online, venda de consultoria via Skype, e-commerce, dentre outros).

Colocar o conhecimento em prática

O conhecimento sem prática não costuma causar efeito. É uma verdade dolorosa, mas inegável. Por isso, tão importante quanto ler as dicas que apresentamos nesse artigo, é aplicar o conhecimento adiquirido.

Por mais óbvio que isso possa parecer, acredite, existe um turbilhão de conhecimento acumulado na mente de gente que nunca vai fazer uso dele para construir ou mudar algo que realmente valha a pena. Não seja mais um desses.

Se você acha que as dicas fornecidas não lhes serão úteis ou não condizem com aquilo em que acredita, o melhor talvez seja descartá-las e sair em busca de outras que o impulsionem rumo ao objetivo traçado. Mas não seja mais um daqueles.




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