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Serial Killers: Saiba o que aconteceu com 5 assassinos que ficaram famosos

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Em tempos que o termo serial killer voltou a ser muito comentado na mídia de uma forma geral, com a caçada promovida pela polícia para encontrar Lázaro Barbosa, diversas histórias de assassinos que se tornaram famosos. Além de horrorizar as pessoas em relação aos seus crimes, não é possível negar as pessoas sentem uma certa curiosidade em relação a como funciona a mente de uma pessoa que pode matar outras pessoas sem qualquer sentimento de culpa ou algo parecido. 

E essa curiosidade faz inclusive com que estas pessoas passem a ser investigadas das mais variadas formas possíveis, rendendo até mesmo diversas obras como documentários, filmes e séries que mostram como essas pessoas operavam os seus crimes e tentando entender melhor quais seriam as suas motivações. Existem também diversos livros sobre o tema da mesma forma. 

Relembre algumas histórias de serial killers que se tornaram famosas e saiba o que aconteceu com estes assassinos:

Maníaco do Parque

No ano de 1998, uma onda de crimes deixou a população que vivia na região sul da cidade de São Paulo alerta. Pelo menos seis mulheres acabaram sendo assassinadas. Os seus corpos eram encontrados no Parque do Estado e nas proximidades, e apresentavam marca de abuso sexual. O autor de todos os crimes foi descoberto: se chamava Francisco de Assis Pereira, e que ficou conhecido amplamente como Maníaco do Parque. 

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Francisco de Assis Pereira foi condenado a 268 anos de prisão e em 2036 poderá ganhar o benefício do regime semiaberto. Atualmente, Pereira encontra-se detido na Penitenciária de Iaras, no interior de São Paulo. O local é conhecido por abrigar presos condenados por estupro ou ameaçados de morte.

Ted Bundy

Este assassino acabou se tornando um dos mais famosos dos Estados Unidos e, consequentemente, do mundo, uma vez que sua história também passou a ser replicada em diversas mídias, como filmes e séries. Uma das principais características deste assassino é o fato dele ter se tornado reconhecido como muito comunicativo e também sedutor, o que tornava as suas vítimas, todas mulheres, presas fáceis. 

O assassino acabou sendo condenado oficialmente pela morte de 30 mulheres, mas ainda existem diversos indícios de que ele tenha assassinado mais pessoas. Ele foi preso pela primeira vez no ano de 1975, voltando a ser capturado no ano de 1978. Desta segunda vez, o assassino foi condenado a pena de morte, o que aconteceu somente no ano de 1989, sendo morto em uma cadeira elétrica. 

Bandido da Luz Vermelha

Mais uma história nacional que acabou se tornando conhecida no Brasil inteiro. Na década de 1960, João Acácio Pereira da Costa levou terror para a cidade de São Paulo, especialmente membros da elite paulistana. O seu apelido surgiu justamente a partir de uma das coisas que ele fazia com as vítimas, que era intimidar as pessoas com luz vermelha. 

Depois que ele foi encontrado pela polícia, o bandido foi acusado por 77 roubos, quatro assassinatos e também sete tentativas de homicídio. Com tudo isso, ele acabou sendo sentenciado a 350 anos de prisão, sendo solto depois de completar 30 anos de prisão, o que geralmente acontece na lei brasileira. Acabou sendo morto no ano de 1998, com um tiro na cabeça, em um ato que foi considerado como legítima defesa. 

Richard Ramirez

O assassino que ficou conhecido como Perseguidor da Noite matou pelo menos 13 pessoas durante a década de 80 nos Estados Unidos. Além disso, ele teria falhado em matar mais 5 pessoas e também foi condenado por estupros e roubos variados. O seu primeiro assassinato teria acontecido no ano de 1984. Depois de uma noite cheirando cocaína, Richard Ramirez invadiu a casa de Jennie Vincow, 79 anos, e matou-a esfaqueada.

Este assassino acabou dando muito trabalho para a polícia da região de uma forma geral, uma vez que foi pego apenas depois de uma longa caçada. Ele foi condenado a pena de morte no ano de 1989, mas ficou preso aguardando a execução da sua sentença, até que morreu de câncer na prisão no ano de 2013. 

Vampiro de Niterói

A cidade do Rio de Janeiro também teve a sua história crimes com um serial killer, que ganhou o apelido de Vampiro de Niterói, mas que se chamava oficialmente Marcelo Costa de Andrade e que de vampiro não tinha nada. Mesmo assim, chocou a comunidade como um todo ao matar 14 crianças ao longo de um período de 8 meses. 

De acordo com as histórias que foram contadas sobre seus crimes, ele tinha o hábito de beber e armazenar o sangue das pessoas que matava. Após ser preso e confessar os crimes, Marcelo foi encaminhado para um hospital psiquiátrico, devido a problemas mentais que impediam que ele fosse julgado. Ele permanece internado até hoje.


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