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Saiba quem foram os piores reis jovens da história

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Algumas crianças e adolescentes na nossa história chegaram ao poder com sangue nos olhos, e fizeram de seus governos o impossível para conquistar de forma única e exclusiva seus interesses, deixando assim de lado a preocupação com súditos ou cidadãos do seu país. Veja em seguida alguns dos piores reis e governantes jovens da história.

Varius Avitus Bassianus conhecido como Heliogábalo (218 a 222d.c)

Saiba quem foram os piores reis jovens da história

No começo de sua juventude ele acabou servindo como sacerdote do deus El-Gobal na sua cidade natal Emesa. Assim que se tornou imperador, tomou o nome de Marcus Aureluis Antoninus Augustus e foi chamado pelo nome citado anteriormente apenas após a sua morte.

A história conta que ele foi casado seis vezes, e uma delas com um homem, mas exigia favores sexuais de outros cortesãos que foram assumidos popularmente como seus amantes.

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O seu comportamento e mudanças na religião acabaram enfurecendo a guarda Pretoriana, Senado e pessoas comuns de seu Império. Por conta disto com apenas 18 anos foi assassinado e substituído por eu primo Alexandre Severo. Sua morte foi parte de uma trama de sua avó, que foi a mesma que o colocou no trono e membros da Guarda Pretoriana.

O rei ficou conhecido ainda por fazer sacrifícios humanos, construir uma torre para quem gostaria de cometer suicídio, afogar pessoas, soltar cobras venenosas nelas para assistir enquanto jantava os seus banquetes.

O tirano adolescente Otomano, no poder de 1623 a 1640

Filho do sultão Ahmed I, Murad IV acabou subindo ao poder com apenas 11 anos de idade, sendo um dos poucos governantes nesta lista a ser bem sucedido de sua forma. Murad acabou nascendo em um momento onde todo o reino no entorno estava sob ataque, desta forma adotou a violência que viu e utilizou a mesma para ter vantagens.

Seu feito mais notável foi durante a guerra contra Safavids onde as forças otomanas invadiram a região do Azerbaijão, ocupando Revan, Tabriz e Hamadan, e retomando Bagdá em 1638. A cidade acabou resistindo ao cerco de pelo menos 40 dias, mas foi obrigada a se render, sendo que a maior parte da população foi totalmente massacrada, Murad, por sua vez apreciava tudo de forma prazerosa.

Quem ousou o desafiar era empalado ou enforcado. Os corpos eram exibidos publicamente servindo de exemplo para desencorajar os infratores. Ele acabou morrendo de cirrose hepática aos 27 anos de idade.




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