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3 tradições antigas bizarras de casamento

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Recentemente foi criado um catálogo com uma série de tradições casamenteiras que deixarão você muito surpreso. Atualmente, se presenciamos rituais de casamento que contam com a troca de alianças, um beijo apaixonado, chuva de arroz e valsa dos noivos, não é assim que ocorre em todo o mundo. Veja algumas tradições bastante antigas e bem diferentes.

3 tradições antigas bizarras de casamento

O ritual do copo no casamento

Na Etiópia era muito comum que noivos passassem por uma cerimônia que envolvia a chamada prova do copo. As cerimônias não eram muito diferentes do que vemos atualmente, com festa, comilança e depois felicitações aos noivos, o interessante é que na manhã após o casamento, todas as pessoas do vilarejo se reuniam ao redor do local onde os pombinhos passaram a noite. O noivo saia e então segurando um copo, entregava o mesmo ao pai da noiva, a partir disto, duas coisas poderiam acontecer.

O noivo satisfeito, chamava o sogro para tomar vinho e comentar os melhores momentos, ou então, se o noivo derrubasse o vinho, significava que a esposa não foi de agrado do homem que estava insatisfeito. Nesta segunda opção, a derrubada colocava fim ao relacionamento.

A dança do casamento

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Onde hoje é a Colúmbia Britânica no Canadá, os nativos da região faziam um ritual chamado de dança tocante, o que basicamente era uma festa que acabava em casamento. Funcionava da seguinte forma, diversas pessoas dançavam, e as mulheres solteiras utilizavam uma faixa.

Assim que o homem se aproximava, e segurava a faixa de uma delas, significava que ele gostaria de se casar com ela. Caso a moça não correspondia ao interesse, ela poderia tirar a faixa da mão do rapaz, ao final da dança, os rapazes que continuavam segurando a faixa passavam a ser apontados como maridos das mulheres que seguravam as faixas.

A Rússia e suas peculiaridades

Povos antigos do nordeste da Rússia contam com uma forma bizarra de se casar. Assim que o homem encontrava uma mulher com quem quisesse se casar, se submetia a trabalhar como um tipo de escravo para os pais da noiva. Se ficassem satisfeitos com o trabalho, ganhava a permissão de se casar com a jovem, a permissão era concedida de forma particular, onde basicamente o rapaz deveria encontrar a donzela e a deixar nua.

A essa altura a moça já possuía com a ajuda das outras mulheres da redondeza, o que a vestiam com tantas roupas e faixas que ao final da preparação, a noiva inclusive parecia uma verdadeira múmia.




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