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Os inibidores de apetite substituem os alimentos? Veja mitos e verdades

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A maioria das pessoas gostaria de perder alguns quilos de forma rápida e sem esforço, não é verdade? Mas, o fato é que grande parte dos métodos que prometem algo do tipo nem sempre proporcionam benefícios à saúde, enquanto outros deixam muita gente em dúvida sobre a eficácia e os riscos envolvidos.

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Segundo especialistas, o uso de inibidores de apetite, por exemplo, reserva uma série detalhes que demandam de uma análise mais apurada. E sabendo disso, portanto, decidimos apresentar a seguir uma lista de mitos e verdades relacionados a esse tipo de medicamento. Veja!

Os inibidores de apetite substituem os alimentos? Veja mitos e verdades

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Inibidores de apetite aceleram o metabolismo

Verdade – O uso de inibidores de apetite resulta em um aumento do gasto calórico e na liberação da dopamina, substância liberada pelo cérebro e que dá a sensação de bem estar, inibindo a vontade de comer.

Anfetamínicos não podem ser usados com outros remédios

Parcialmente verdade – Não é recomendado ingerir alguns medicamentos que atuam no sistema nervoso central em conjunto com anfetaminicos. Vale ressaltar que o uso com antibióticos também deve ser evitado, o indicado é curar primeiro a infecção para depois continuar com o uso do emagrecedor. Em todo caso, especialistas afirmam que ele pode ser combinado com anticoncepcionais.

Uso de inibidores de apetite à base de anfetaminas diminui a libido

Parcialmente verdade – Esse fato pode ou não acontecer, uma vez que o inibidor trabalha no sistema nervoso central que diminui a fome. Como consequência desse processo há sim o risco de a libido ser diminuída, no entanto, essa reação raramente acontece.

É importante dizer também que a perda de peso pode exercer efeito contrário a isso também, já que o indivídou ficará mais autoconfiante e consequentemente mais disposto a ter relações sexuais.

Hipertenso não pode tomar inibidores de apetite à base de anfetaminas

Parcialmente verdade – Especialistas afirmam que pessoas hipertensas podem sim usar os inibidores de apetite, mas, desde que sua pressão esteja regular, do contrario o uso do medicamento deve ser evitado.

Inibidor de apetite à base de anfetaminas causa dependência química

Mito – Os medicamentos da atualidade são de uma geração que evita a dependência química quando usado com supervisão médica. Apesar disso, é possível haver que ocorra uma certa dependência psicológica a ponto de o paciente acreditar que só é possível emagrecer usando o medicamento.

Inibidor de apetite à base de anfetaminas causa problema cardíaco

Parcialmente verdade – O uso descontrolado e sem supervisão médica pode causar taquicardia e arritmia cardíaca sim, uma vez que os inibidores de apetite com base em anfetaminas aumentam a frequência cardíaca. Especialistas alertam, porém, que se o medicamento for usado de forma controlada os sintomas podem aparecer de forma leve, e sem que causem maiores danos a saúde.

Inibidores de apetite à base de anfetamina causam mau hálito

Mito – Não é o medicamento e sim o processo de emagrecimento que causa o mau hálito. Quando uma pessoa faz dieta pobre em carboidrato o organismo usa os depósitos de gordura como fonte de energia, e consequentemente acaba liberando uma substância fétida na corrente sanguínea, que pode ser excretada pela urina ou respiração.

Inibidores de apetite à base de anfetaminas servem como antidepressivo

Parcialmente verdade – O uso desse tipo de emagrecedor pode causar excitação, deixando o paciente com mais disposição no dia a dia. Entretanto, ele não deve ser usado exclusivamente como um antidepressivo, já que não é seu objetivo.


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