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Respostas para dúvidas mais comuns sobre azeite de oliva

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O azeite de oliva vem ganhando cada vez mais espaço na cozinha brasileira. Isso acontece porque além de ser uma gordura saudável, que possui antioxidante natural e vitamina D, ele ainda pode ser usado em diferentes tipos de receitas devido à sua versatilidade, sendo útil, portanto, em doces e salgados, tudo sem roubar a cena.

Mesmo com toda a fama sobre as vantagens do azeite de oliva, no entanto, ainda existem muitos mitos sobre o produto, como por exemplo, o de que ele não pode ser muito aquecido ou até sobre as diferenças entre o tipo virgem e o extravirgem. Isso seria mesmo verdade? A seguir você confere a resposta para essa e outras dúvidas muito comuns nesse sentido. Veja!

Mitos e dúvidas comuns sobre o azeite

Mitos e dúvidas comuns sobre o azeite

Quando aquecido o azeite de oliva se torna tóxico?

De acordo com especialistas, o azeite de oliva pode ser aquecido até a 180ºC sem perder suas características principais. Da mesma forma que os demais óleos de cozinha, o ponto em que ele deve ser descartado, é quando fica saturado, o que é caracterizado pela fumaça que começa a liberar.

Caso seja respeitado o limite de aquecimento do azeite, ele pode ser utilizado até três vezes em um período de dez dias. Uma dica para aproveitar os nutrientes sem comprometer as propriedades do mesmo, é esquentar primeiro a panela para depois adicionar o azeite e não deixar ele aquecendo junto com a panela.

O azeite extravirgem pode ser usado para frituras?

Até onde se sabe, não há nenhuma restrição sobre o uso do azeite extravirgem para frituras, a diferença será apenas no valor em relação ao azeite virgem. Mas as regras sobre a temperatura e sobre a reutilização do azeite vale para ambos os tipos. Dito isso, somente o custo mais elevado do que o do virgem pode tornar seu uso inviável.

Uma vantagem em fritar alimentos com azeite é que ele forma uma espécie de película em volta do alimento, o que o impede de absorver muita gordura, deixando o alimento mais sequinho e leve. Vale dizer, porém, que muitos chefs preferem usar o azeite extravirgem na finalizações de seus pratos.

Quanto mais verde for o azeite, melhor ele será?

Segundo especialistas, não é correto determinar a qualidade do azeite baseando-se apenas em sua coloração, tanto é que quando os especialistas vão avaliar a qualidade do azeite em degustações, eles utilizam copos escuros com as amostras.

O que vai determinar a cor do azeite, é na verdade a variedade, além das condições climáticas, a região e o ponto de maturação das azeitonas colhidas. Quando o azeite é extraído de azeitonas menos maduras, ele tende a ter a coloração esverdeada, enquanto o feito com azeitona em estado pleno de maturação, tem a coloração mais amarelada.

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Qual é a melhor maneira de armazenar o azeite?

Diferente do vinho, quanto mais jovem for o azeite, mais rico e vibrante ele será, o que não quer dizer que ele irá estragar com o passar do tempo, embora possa perder parte de seu aroma e sabor. A melhor forma de armazenar o azeite é em um recipiente bem tampado e que impede contato excessivo com o oxigênio, ficando preferencialmente protegido de luz e calor.

De acordo com especialistas, o pior lugar para armazenar o azeite é ao lado do fogão, mesmo que ele possua embalagem escura. Outra dica de especialistas é sempre limpar a embalagem com papel toalha após o uso, isso evita que o azeite preservado entre em contato com o oxidado.

Diferença entre o azeite virgem e o extravirgem?

A principal diferença entre o azeite virgem e o extravirgem é o teor de acidez. De acordo com a determinação internacional, o azeite de oliva extravirgem deve ter acidez de 0,1% a 0,8%, enquanto o virgem pode ter até 2% de acidez a cada 100g de óleo.

Mesmo assim, os dois tipos de azeites indicam que o suco das azeitonas foi extraído sem qualquer processo químico, sendo que o extravirgem normalmente é processado a frio, o que garante uma maior preservação de sabor e aroma.

Quanto menor a acidez melhor o azeite?

Essa afirmação é parcialmente verdadeira. Isso porque a acidez está relacionada à quantidade de ácidos graxos presentes a cada 100g de azeite e não necessariamente à qualidade do óleo. Não é possível identificar no paladar a acidez do azeite, seu grau de acidez indicado na embalagem serve apenas para classificá-lo.




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