Topo

Coisas antiquadas que não deveriam mais ser ditas aos filhos

Comente

Com a chegada de um filho, os pais geralmente têm como referência de edução infantil, os próprios ensinamentos recebidos no passado, o que naturalmente carregaram consigo até a fase adulta.

O fato, porém, é que mesmo com muitos desses conselhos tendo dado certo no passado, isso não significa que os pais devem precisam repassar todos esses ensinamentos aos filhos, até porque os tempos são outros e muitas coisas aprendidas no passado são absolutamente antiquadas.

Agora, vale frisar que não estamos falando aqui, obviamente, de valores ou questões éticas, mas sim da forma de lidar com determinadas situações. E para ilustrar melhor isso, mostraremos algumas coisas que, na opinião de educadores, não deveriam mais ser ditas as crianças atualmente. Veja!

Coisas para não dizer mais aos filhos

Coisas para não dizer mais aos filhos

“Ele não morreu, está apenas dormindo”

Isso pode até parecer reconfortante em meio à perda de alguém especial, mas a questão pode ser muito traumática para a criança no futuro, quando ela perceber que aquela pessoa nunca mais vai acordar. Isso pode até gerar na criança um certo medo de dormir.

“Ignore que logo eles te deixarão em paz”

Tentar ignorar um valentão que faz bullying na escola pode até ter dado certo para algumas pessoas no passado, mas como já falamos no início, os tempos são outros. O bullying com uma criança hoje, não se restringe apenas ao ambiente da escola, ele pode surgir em redes sociais e em outras ocasiões do dia a dia.

Dizer para a criança ignorar o que acontece pode não ser o bastante. No caso de supostas agressões verbais, o ideal é ensiná-la a não se vitimizar, mostrando-lhe seus valores e ensinando que palavras só podem lhe machucar se ela assim o permitir, até porque, ela tem o poder de moldar o seu futuro e mais ninguém.

Agora se a questão evoluir para agressão física, então é preciso ensinar à criança que existem medidas cabíveis nessas situações, o que passa inclusive, por denúncias, seja ás autoridades ou mesmo á direção do colégio nos casos de problemas no ambiente escolar.

Dar nomes fofos as partes íntimas

Ensinar o filho desde cedo sobre os nomes corretos de suas partes íntimas, é melhor do que sugerir os famosos “nomes fofos”. Isso ajuda a criança a conhecer melhor o próprio corpo como ele realmente é.

Leia também:

“Ele só está agindo assim porque tem ciúmes de você”

Dizer à criança que um coleguinha não o trata bem porque sente ciúmes ou inveja dele, só tende a enganá-la, colocando em um mundo que não existe. O correto é ensinar o filho a questionar a razão pela qual determinada pessoa não gosta dele, pois a aversão do coleguinha pode vir de um comportamento que ele sequer sabe que possui.

Descobrir o real motivo, portanto, pode ajudá-lo a melhorar algum aspecto que não seja condizente com o que se espera de uma pessoa sociável, proporcionando-lhe assim, um crescimento como pessoa.

“Ele só faz isso porque gosta de você”

Na infância é comum os meninos terem um comportamento equivocado por uma garotinha de quem ele está afim, até porque ele não sabe ao certo como lidar com seu sentimento.

Mesmo que tal sentimento seja real, no entanto, a criança não deve acreditar que todo tipo de comportamento é aceitável só porque determinada pessoa nutre um sentimento por ela.

“Você é muito esperto”

As crianças sempre surpreendem quando dizem algo que os adultos não acreditavam ser possível naquela idade. Só que, em vez de elogiar apenas o que ela fez ou disse, é melhor encorajá-la a ser sempre melhor, elogiando sim, mas estimulando também um aprendizado constante para que ela procure novos limites que podem ser alcançados.

“É feio deixar comida no prato”

Chega uma fase na vida da criança em que ela passa a comer menos, ter menos interesse nas refeições principais e gostar mais de lanches. Em vez de brigar com o filho para que ele coma tudo e não desperdice comida, portanto, o ideal é entender a fase pela qual ele está passando e orientá-lo a colocar menos comida no prato, assim, se ele quiser mais bastará repetir a refeição.

Outra dica é ensinar o filho desde cedo sobre a importância da alimentação saudável e pedir para que ele ajude no preparo das refeições, dessa forma ele pode se interessar mais pela comida.

“Dá um beijo na tia”

Ensinar a criança a viver em sociedade é importante, mas ninguém deve forçar a criança a dar beijo e abraço em parentes ou amigos, pois isso pode até colocar a vida da mesma em risco. Ninguém costuma sair abraçando e beijando pessoas estranhas por aí, certo? Então porque forçar a criança a o fazer?

Forçar o filho a dar beijo e abraço em parentes e amigos, pode causar confusão em sua cabeça, pois quando um estranho, ou até mesmo uma pessoa próxima quiser avançar os limites, ele pode ficar intimidado a reagir ou contar pra alguém, sempre com medo de repreensão ou por acreditar que fez o certo.

Por mais que a pessoa seja da família ou muito querida, o melhor é ensinar a criança a dar um aperto de mão como cumprimento. Quando ela se sentir confortável e conhecer melhor a pessoa, ela mesma pode decidir se deseja cumprimentá-la com abraços ou beijos.



Comentários (0) Postar um Comentário

Nenhum comentário encontrado. Seja o primeiro!

Oi, Bem-vindo!

Acesse agora, navegue e crie sua listas de favoritos.

Entrar com facebook Criar uma conta gratuita 
Já tem uma conta? Acesse agora: