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5 filmes interessantes para quem gostou de Westworld

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Candidata à melhor série da Fall Season 2016, “Westworld” ocupou com grande estilo a lacuna deixada por “Game of Thrones” em seu hiato na grade de programação da HBO. A série de ficção científica mostra a história de um parque de diversões que simula o mundo real, mas é habitado por seres “humanoides” de inteligência artificial.

Bem produzida, a obra agradou o público e a crítica, o que logo lhe garantiu uma renovação para segunda temporada. Com o fim do primeiro ano, no entanto, o mais provável é que os fãs tenham que esperar um longo período para ver a continuidade no próximo ano.

A boa notícia, porém, é que não é difícil encontrar bons filmes que de alguma forma, exploram as temáticas retratadas na série. Um claro exemplo disso é o filme “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma”, que inclusive serviu de inspiração para a produção da HBO.

Mas esse não é o único caso, a seguir você confere uma lista com outras opções interessantes que certamente vão agradar os fãs de “Westworld”. Confira!

Filmes que os fãs de Westword vão querer assistir

Ex-Machina

Vencedor do Oscar na categoria de Efeitos Visuais, “Ex-Machina” é um dos bons filmes de ficção científica da atual década. A obra protagonizada por Alicia Vikander, tem seu enredo pautado na inteligência artificial e na singularidade tecnológica.

A história gira em torno de um jovem que é escolhido para passar um fim de semana na remota residência de Nathan, o excêntrico proprietário da empresa em que trabalha. Chegando lá, ele recebe a missão de testar os limites da inteligência artificial de um andróide criado pelo próprio Nathan, mas ele nem imagina que esse pode ser um caminho cheio de surpresas.

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Blade Runner: O Caçador de Andróides

Aqui temos um filme de um dos maiores ícones do sci-fi nas telonas: Ridley Scott. A história do filme se passa em um mundo “futurístico” onde a tecnologia criou um robô mais forte e mais ágil que o ser humano, se equiparando apenas em inteligência.

Esses seres são conhecidos como replicantes e usados como “escravos” na colonização e exploração de outros planetas. Quando um grupo de andróides mais evoluídos cria um motim em uma colônia fora da Terra, os replicantes passam a ser considerados ilegais na Terra, de modo que, um esquadrão de elite conhecido como Blade Runner, é incubido de eliminar a ameaça.

Em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam para dar sequência à “rebelião”, um ex-Blade Runner, interpretado por Harrison Ford, é encarregado de caçá-los.

Prometheus

O que uma pessoa poderia dizer ao seu criador se a encontrasse? Pois bem, essa é uma das premissas exploradas no enredo de “Prometheus”, filme que marcou o retorno de Ridley Scott – em grande estilo, diga-se – ao cada vez mais carente universo da ficção científica no cinema. Não é preciso dizer que esse também é um viés importante de “Westworld”, certo?

Jogos Vorazes

Pode até parecer uma “forçada de barra”, mas a verdade é que “Jogos Vorazes” tem lá seus motivos para aparecer nessa lista.

Por mais que seja uma saga genuinamente “teen” e de enredo substancialmente menos complexo, o fato é que o filme também aborda de maneira bastante peculiar a ideia de uma “raça” que vale menos e luta entre si para a diversão dos ricos.

Nada de inteligência artificial, mas olhando por esse ângulo, não dá pra dizer que o filme não tem nada a ver com a série, certo?

Exterminador do Futuro

A saga “Exterminador do Futuro” é uma ficção científica utópica que mostra consequências da inteligência artificial. Baseados mais propriamente em um futuro apocalíptico, os filmes da franquia se propõem a explorar a resistência e luta dos humanos pela sobrevivência em um mundo dominado por seres mais inteligentes e mais fortes, no caso, as máquinas.

Ainda que estas sejam somente temáticas até certo ponto superficiais dentro daquilo que se propõe “Westworld”, a boa produção e direção dos dois primeiros filmes da saga fazem o tempo do espectador valer a pena.

Além disso, há também a série “As Crônicas de Sarah Connor”, que retrata melhor o conflito de consciência do ponto de vista de um robô. A obra teve duas temporadas.


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