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Coisas bizarras que já foram feitas com pele humana ao longo da história

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Você provavelmente já viu por aí algumas pessoas usando sapatos, bolsas, carteiras e até roupas feitas com pele de animais, o que aliás, em muitos casos costuma gerar bastante debate e polêmica em meio a grupos de ambientalistas.

Mas o que dizer de itens produzidos com pele humana? Você já viu alguma coisa do tipo? Pois bem, isso é algo que pode até soar como tema de filme de terror, mas o fato é que de acordo com informações, muitos itens já foram bizarramente produzidos ou incrementados com pele de gente.

A seguir você confere uma lista que revela alguns desses casos perturbadores. Veja!

Itens bizarros feitos com pele humana

Bateria

bateria

Os tambores de guerra eram instrumentos comuns e importantes entre militares no século XV. E pois bem, segundo informações, durante uma marcha para cidade de Bohemia, uma pessoa acabou tendo o corpo esfolado por inteiro para que sua pele fosse esticada e usada em um tambor. O objetivo seria o de assustar os inimigos.

Colete

colete

No século XVII, a França estava vivendo um momento de revolução. Nessa época era comum as pessoas usarem pele humana como colete, algo que era uma espécie de tendência da moda no momento. Um dos casos mais famosos dentro desse pavoroso cenário, foi o de Saint-Just, que teria matado uma mulher para usar sua pele.

Porta Charutos

Porta charutos de pele

Por incrível que pareça, informações sugerem que no passado já existiu até charuto com pele de gente. O responsável pela criação teria sido um vigarista francês, conhecido no final do século XIX Henri Pranzini, até onde se sabe ele matava inúmeras mulheres.

As suspeitas teriam sido fortalecidas quando alguns policiais secretos supostamente encontraram no galpão da casa do homem alguns porta charutos confeccionados com pele humana.

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Encadernação

Encadernação de pele

Um famoso livro intitulado de “Hic Liber Waltonus Cute Compactus Est”, é um dos destaques da biblioteca Boston Athenaeum. A fama do item se dá pelo fato dele ter sido encadernado com a pele de George Walton, um grande assaltante.

A “obra” teria sido feita em decorrência de um pedido do próprio George, que ainda em vida solicitou que sua biografia se tornasse livro encadernado com a própria pele.

Case para baralhos

Case para baralhos de pele

Informações sugerem que no século XIX, Willian Burke e Willian Hare roubavam corpos de mulheres que já haviam sido enterradas, o objetivo era vender os restos mortais para médicos.

Não obstante, eles também teriam matado pelo menos dezessete pessoas na Escócia. Mais tarde a pele de Willian Burke foi usada na criação de uma case de guardar baralho.

Carteira

Carteira de pele

Em 1836, em Morristown, New Jersey, um imigrante francês conhecido como Antoine LeBlanc cometeu latrocínio com três pessoas e guardou seus objetos pessoais dentro de uma fronha. Após ter sido preso e condenado o juiz pediu sua execução e esquartejamento, as tiras de coro de seu corpo foram usadas na criação de carteira.

Botas

Botas de pele

Em 1876, um sapateiro de Nova York estava testando diferentes tipos de couro em suas fabricações. Mas até onde se sabe, ele acreditou que necessitava que um tipo de couro mais “especial”, por assim dizer. Por isso decidiu fabricar botas de pele humana. Até hoje essas botas existem e estão expostas no Instituto Smithsonian.

Chinelos

Chinelos de pele

Em 1633, o rei francês Louis XIII criou o Cabinet du Roi. Ele era um museu privativo com várias peças um tanto exóticas. Entre as coisas bizarras expostas no museu estava um par de chinelos dado por um cirurgião de Paris, e a peça, adivinhe, havia sido confeccionada com pele humana.


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