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Clássicos da telinha: Relembre as novelas que ninguém se envergonha de ter assistido

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Você é do tipo de pessoa que gosta de se jogar na poltrona e assistir uma novela? Não se preocupe, não vamos lhe julgar por isso, afinal, não existem regras para o entretenimento, não é verdade?

Apesar disso, dado o nível das últimas atrações do gênero, há sempre quem sinta até uma ponta de vergonha em admitir que assistiu determinada obra, o que também é algo natural.

Em todo caso, isso não acontece quando o assunto diz respeito aos clássicos da teledramaturgia, que ao longo dos anos apresentaram tramas capazes não só de ganhar a atenção como o respeito do telespectador. E pra homenagear essas verdadeiras obras primas, relembramos a seguir algumas das mais memoráveis delas. Veja!

Clássicos da telinha: Relembre as novelas que ninguém se envergonha de ter assistido

Irmãos Coragem

Irmãos Coragem

Novela Irmãos Coragem (1970 – 1971), Janete Clair

São poucos os homens que resistiram em dar uma espiadinha nessa novela que era um verdadeiro faroeste à brasileira, ambientada no estado de Goiás. Para o deleite das mulheres, o ator Tarcísio Meira esbanjava testosterona à época, principalmente nas cenas em que quebrava diamantes a marretada.

Novela Gabriela (1975), Walter George Durst

Para muitas pessoas a atriz Sônia Braga, não seria a melhor escolha para viver à emblemática personagem brejeira criada por Jorge Amado. No entanto, depois que ela subiu no telhado para resgatar um pipa mostrando seus dotes, o público, e principalmente a ‘marmanjada’ de plantão se convenceu de que ela era perfeita para o papel.

Novela Saramandaia (1976), Dias Gomes

A trama de “Saramandaia” fez com que a televisão brasileira vivesse a literatura latino-americana. Tempos depois a trama foi recriada, mas, acabou não fazendo o mesmo sucesso de outrora.

Novela Elas por Elas (1982), Cassiano Gabus Mendes

Quando se fala em “Elas por Elas”, logo vem à mente dos espectadores o detetive de terno listrado com seu inseparável fusca prateado, que foi um dos grandes sucessos da novela. A trama ainda é lembrada com carinho por todos que a acompanharam.

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Novela Guerra dos Sexos (1983-1984), Silvio de Abreu

Nesse caso a trama pode entrar pra lista por causa de uma cena específica: a que mostrava Fernanda Montenegro e Paulo Autran fazendo uma verdadeira guerra no momento do café da manhã. Pra variar, reza a lenda que tudo na cena não passou de um belo improviso.

Novela Vereda Tropical (1984-1985), Carlos Lombardi

A trama de “Vereda Tropical” contou a saga do jogador Luca, que deixou a Cantareira para tentar a carreira no Corinthians. Entre os detalhes marcantes da trama, destaque para a voz rouca da sádica enfermeira Verônica, e para o Super-Téo voando.

Novela Ti-ti-ti (1985-1986), Cassiano Gabus Mendes

Os personagens Jacques Leclair e Victor Valentin estão sempre em alta, desde que não queiram repetir a roupa. Não importa se você assistiu a obra clássica ou o remake mais recente, você provavelmente entendeu a referência.

Novela Mandala (1987-1988), Dias Gomes

Novela Mandala tinha um toque de incesto e mitologia grega, com a bela atuação de Vera Fischer no auge de sua carreira.

Novela Bebê a Bordo (1988-1989), Carlos Lombardi

Essa foi a trama que rendeu até um álbum de figurinha devido ao seu humor besteirol. Grande clássico dos anos 1980.

Novela Vale Tudo (1988-1989), Gilberto Braga

A novela Vale Tudo foi a trama que teve a maior vilã da história da dramaturgia, chamada Odete Roitman. Não obstante, destacou-se também na trama o seu cínico desfecho, impactante e corajoso.

Novela O Salvador da Pátria (1989), Lauro César Muniz

Quem não se lembra de Lima Duarte como o boia-fria analfabeto Sassá Mutema? O figuraça até se elegeu prefeito da cidade! Uma curiosidade sobre a trama é que originalmente o personagem Sassá seria eleito presidente, porém mudaram esse detalhe para que a obra não influenciasse nas eleições de 1989.

Novela Kubanacan (2003- 2004), Carlos Lombardi

Essa trama de Carlos Lombardi foi bastante incompreendida e até consideravelmente injustiçada pelo público. O fato, porém, é que não se pode negar a brilhante pegada de humor nonsense apresentada por ela. Sem dúvida um grande clássico que não recebeu seu devido reconhecimento.




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