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Paul Walker foi ressuscitado em "Velozes e Furiosos 7" graças à tecnologia

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O episódio do trágico acidente automobilístico que resultou na morte do ator Paul Walker em 2013 não é mais novidade pra ninguém, no entanto, ao ver o filme “Velozes e Furiosos 7” muita gente ficou se perguntando sobre como teria sido possível a presença de Paul com seu personagem Brian O’Conner na nova obra.

A resposta pra isso, é que além do fato de o ator já ter gravado boa parte das cenas do filme antes de sua morte, os produtores recorreram a muita tecnologia para conseguir “ressuscitar” por meio de computação gráfica em novas cenas a presença do personagem do falecido ator.

Paul Walker foi ressuscitado em “Velozes e Furiosos 7” graças à tecnologia

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Usada há mais de 20 anos no cinema, a tecnologia de computação gráfica é a mesma que tornou possível trazer à vida o personagem de Brandob Lee, filho de Bruce Lee, no filme “O Corvo”, de 1994, o ator havia morrido em meio às filmagens do longa.

Foi também a esse recurso que recorreu o produtor do filme “Gladiador“, no ano de 2000, quando uma tragédia também tirou a vida do ator Oliver Reed, e seu personagem teve que ser “ressuscitado” por meio da computação gráfica.

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De lá pra cá a tecnologia evoluiu bastante, e graças a isso tornou-se quase que impossível para o espectador comum fazer a distinção entre uma cena real do próprio ator e uma gerada por meio do computador.

Por isso, graças a esse recurso, a maioria daqueles que foram às salas de cinema ver “Velozes e Furiosos 7 ” saíram da sessão com a nítida sensação de ter visto o próprio Paul Walker no filme o tempo inteiro.

No longa (Velozes e Furiosos 7), as cenas que possuíam enquadramento aberto do personagem, ou seja, quando não era possível identificar o rosto com detalhes, foram usados dois irmãos do falecido ator como dublês. Além disso, foram usadas também algumas cenas inéditas de filmes anteriores da franquia.

Já nas cenas em que incluíam o rosto do personagem de Walker em destaque, o desafio foi maior. Foi necessário o uso das mais modernas técnicas de animação para trazer o ator de volta à vida em seu personagem. Estas técnicas reconstituíram os movimentos do rosto do ator nos mínimos detalhes para que ele se encaixasse no rosto do dublê.

O processo além de ser extremamente trabalhoso devido à riqueza de detalhes para chegar o mais próximo da realidade possível, é extremamente caro, pelo que, o orçamento do filme “Velozes e Furiosos 7” aumentou em 50 milhões de dólares após a morte de Walker.

Vale ressaltar que além das imagens, a voz do ator nas cenas também teve que ser reproduzida por meio da tecnologia em boa parte das cenas, e até mesmo nisso, o resultado ficou extremamente próximo da realidade.

Com toda essa tecnologia à disposição já na atualidade, não é de se admirar que em um futuro próximo possamos ver um filme inteiramente protagonizado por atores já falecidos, não é verdade? O histórico mostra que recurso pra isso já existe.




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