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Exposição à germes só melhora o sistema imunológico se acontecer nos 12 primeiros meses

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Os pais de primeira viagem geralmente não se sentem seguros em deixar os filhos expostos à contaminação de germes e alérgenos, principalmente quando seus filhos estão na fase oral, na qual levam à boca praticamente tudo que pegam.

Apesar disso, alguns médicos têm recomendado às mães, que deixem os filhos expostos a esse tipo de situação nos primeiros doze meses de idade, isso em tese ajuda a aumentar a capacidade de defesa do sistema imunológico da criança, protegendo-a contra asma e alergias.  Na sequência você confere os detalhes de um novo estudo relacionado ao assunto.

Exposição a germes só melhora o sistema imunológico se acontecer nos 12 primeiros meses

Exposição a germes só melhora o sistema imunológico se acontecer nos 12 primeiros meses

Para chegar à conclusão de que as crianças podem ficar expostas a germes nos doze primeiros meses, os pesquisadores realizaram o estudo com 560 crianças que tinham um alto risco de contrair asma. Os estudos foram realizados em lugares distintos, incluindo Baltimore, Boston, Nova York e St. Louis, nos Estados Unidos.

Sobre o estudo

As 560 crianças que foram selecionadas para o estudo, realizaram testes de alergia anualmente, ao passo que, suas casas também foram examinadas minuciosamente a cada período, o objetivo era ver se a presença de alérgenos de bactérias, gatos, cachorros, baratas, ratos e/ou ácaros era detectada.

Aos três anos de idade, 44% das crianças apresentaram reações de sensibilidade a no mínimo um dos alérgenos, enquanto que 36%  sentia dificuldade periódica em respirar. De acordo com o estudo quanto maior era a exposição das crianças aos alérgenos de gatos, baratas e ratos, mais elas sentiam dificuldades em respirar.

Apesar disso, os pesquisadores afirmam que o momento em que as crianças são expostas é o mais importante. Os levantamentos apontaram que apenas 17% das crianças que ficaram expostas a alérgenos de gato, rato, e barata durante seu primeiro ano de vida, tiveram dificuldades em respirar, isso comparado a 51% das crianças que não sofreram essa exposição. As crianças que não apresentaram alergia ou qualquer tipo de dificuldade para respirar tiveram uma maior probabilidade de exposição a alérgenos e bactérias no primeiro ano de vida.

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Conclusão sobre o estudo

De acordo com os pesquisadores, ainda não estão claras as aplicações práticas da nova descoberta, no entanto, o estudo pode ajudar no desenvolvimento de estratégias de prevenção conta asmas e alergias.


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