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Saiba quando é a hora de remover as amígdalas

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Um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns entre pessoas do mundo inteiro é a remoção das amígdalas. Trata-se de um procedimento que acabou sofrendo diversas alterações ao longo da história da medicina moderna, tanto em relação as suas práticas quanto também em relação as suas recomendações.

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O que são as amígdalas

De acordo com os profissionais da área da saúde, as amígdalas são estruturas que fazem parte do Anel Linfático de Waldeyer. Elas desempenham funções de proteção imunológica tanto no trato aéreo como no digestivo, responsável por uma variedade de funções imunológicas complexas, ajudando na defesa contra infecções e no desenvolvimento o sistema imunológico, colaborando para a produção de imunoglobulinas.

Trata-se de uma estrutura que tende a crescer durante o período de infância das pessoas, até por volta dos 11 anos de idade, e depois tendem a apresentar uma regressão. Por isso, ela tende a perder muito da sua função depois que as pessoas atingem uma certa idade. Mesmo assim, elas podem acabar apresentando inflamações.

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As inflamações podem ser causadas principalmente por vírus e bactérias, sendo que este último é o que acaba sendo mais comum quando as pessoas passam da infância e chegam na fase de jovens adultos. Também pode ser causada por alérgenos, queda de pH que leva à irritação da mucosa das amígdalas (refluxo gastroesofágico), irritação causada por fumaça de cigarros ou álcool, frio e baixa umidade do ar.

Indicações de cirurgia

Muitos profissionais da saúde acreditam que houve um tempo no qual as indicações de remoção das amígdalas foram banalizadas. Dessa forma, foram feitas muitas cirurgias, algumas sem necessidade. Mesmo que seja considerado um procedimento simples, para os parâmetros médicos atuais, qualquer cirurgia envolve riscos.

A cirurgia é recomendada para pessoas que possuem infeções repetidas nas amígdalas, com a ocorrência de mais de seis eventos por ano, que causam febre e dor forte e requerem tratamento com antibióticos. Também é recomendada para as pessoas cujas as amígdalas atrapalham a respiração, sendo um fator desencadeante da apneia do sono.

Vale lembrar que a cirurgia de remoção das amígdalas não significa que a pessoa não vai mais ter dor de garganta. Significa apenas que ela não vai ter mais amigdalite. Mas ela pode acabar tendo outros problemas, como faringite.




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