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Câncer de mama: Caminhar diminui os riscos

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Que exercícios físicos como a caminhada podem auxiliar em muito para uma boa saúde não restam dúvida, entretanto, a cada dia que passa, novos estudos são realizados e a relação das atividades físicas com resultados especificamente orientados a determinadas doenças tem sido observados por pesquisadores.

A mais recente novidade nesse sentido se deu a partir de uma publicação realizada pela revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention com base em levantamentos realizados por pesquisadores. De acordo com as notícias, mulheres que já passaram pela menopausa e caminham 1 hora por dia tendem a diminuir as chances de desenvolver um câncer de mama, na sequência falaremos um pouco mais sobre todo o contexto envolvendo essa pesquisa.

Câncer de mama: caminhar diminui os riscos

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A essência do estudo realizado sobre o câncer de mama

O estudo foi realizado com mais de 73 mil mulheres por um período de 17 anos, e foi nesse período que cientistas chegaram à conclusão de que caminhar 7 horas por semana diminui consideravelmente os riscos de contrair qualquer tipo de câncer.

A equipe da Sociedade Americana do Câncer disse que essa foi a primeira vez que esses estudos poderão ligar a redução dos riscos ao fato de caminhar diariamente. Nesse estudo, os especialistas britânicos também tiveram a possibilidade de comprovar que o estilo de vida pode, sim, influenciar a desenvolver ou combater um câncer.

A Organização Beneficente Ramblers foi também, há não muito tempo, responsável por uma outra pesquisa, que foi capaz de comprovar que um quarto dos adultos caminham mais de uma hora por semana, mantendo assim  uma rotina de atividades físicas o que a julgar pelos últimos levantamentos, desacelera os riscos de contrair câncer de mama.

O método da pesquisa para diminuir riscos de câncer de mama

O método utilizado para determinar os últimos resultados foi através de formulários cedidos às voluntarias que foram recrutadas entre os anos de 1992 e 1993, estas, por sua vez, respondiam sobre o tempo em que ficavam ativas em algum tipo de atividade ou de trabalho, bem como se praticavam exercícios físicos como caminhada, aeróbica, natação, etc, e quanto tempo permaneciam paradas sentadas vendo TV ou lendo livro.

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Após uma primeira etapa, as mesmas mulheres responderam os mesmos questionários em um período de dois anos entre 1997 a 2009, e foi a partir dessa segunda etapa que os resultados passaram a ser mais conclusivos, onde pôde ser observado que 47% das mulheres adotaram o hábito de caminhar 7 ou mais horas por semana registraram uma redução de 14% de risco de desenvolver um câncer se comparadas às voluntarias que não caminharam ou que caminharam menos de 3 horas por semana.

Além dos resultados obtidos relativos à caminhada, foi também observado que mulheres que iam além nos períodos de caminhada, reduziram ainda mais os risco de contrair câncer de mama.

Para finalizar, diante das declarações de uma epidemiologista conhecida por Alpa Patel, que foi quem liderou todo o processo, pode-se concluir que toda equipe ficou feliz com os resultados obtidos, principalmente por agora saber que será possível reduzir os riscos de câncer com uma atividade que pode até ser considerada recreacional diária.


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