Uma história bizarra começou a circular na internet desde a semana passada e acabou reascendendo um boato que não é inédito: a história de que o ditador Adolf Hitler teria fugido da Alemanha e passado o resto dos seus dias fugindo por diversos países sul-americanos, e terminado seus dias morando no Brasil.
A história oficial conta que o ditador se suicidou em seu próprio Bunker, no ano de 1945, depois que recebeu a notícia que a Segunda Guerra Mundial estava perdida para a Alemanha. Mas a história que começou a circular na internet há algumas semanas e que teve origem em um livro recém lançado chamado “Hitler no Brasil – Vida e Morte” alega que aquele que é considerado como pior ditador que já passou pela Terra e responsável diretamente pela morte de cerca de seis milhões de judeus poderia ter passado seus últimos dias de vida no Brasil, e teria morrido com 95 anos de idade.
Os boatos acabaram ganhando força especialmente depois que jornais de grande circulação da Europa passara a replicar a história que explicaria o fato de nunca terem mostrado publicamente e oficialmente o corpo morto de Hitler.
Além disso, os resultados de algumas pesquisas recentes acabaram dando ainda mais forças para estas teses. No ano de 2009 uma pesquisa feita com o DNA do crânio que teria sido encontrado no local onde Hitler deveria ter morrido aponta que, na verdade, a ossada pertencia a uma mulher.
Fuga pela América do Sul

De acordo com a autora do livro, Hitler conseguiu elaborar um plano de fuga pela América do Sul assim que soube que perderia a Guerra. O ditador teria ido para a Argentina, onde teria passado muitos anos escondido. Depois disso teria ido para o Paraguai e atravessado a fronteira para o Brasil através do estado do Mato Grosso.
Agora, a parte mais absurda da história é o motivo que teria levado Hitler nesta peregrinação. Ele estaria em busca de um tesouro jesuíta que estaria perdido. Hitler estaria de posse de um mapa do tesouro entregue por aliados do Vaticano.
Para conseguir criar uma história verídica, Hitler manteria um relacionamento com uma mulher negra, chamada de Cutinga, o que seria mais um absurdo já que toda a história escrita em torno de Hitler afirmava que ele nunca teria qualquer tipo de relacionamento com pessoas que não fossem da raça Ariana, a qual considerava superior.
Para dar embasamento a sua tese, a autora que, se chama Simoni Renee Guerreiro Dias, teria mostrado algumas fotos que comprovariam a passagem de Hitler pelo Brasil.
Para conseguir sobreviver nesta jornada, Hitler teria utilizado o nome de Adolf Leipzig e passado boa parte da sua vida depois da Segunda Guerra Mundial morando em uma pequena cidade chamada Nossa Senhora do Livramento.
A autora do livro teria feito alguns testes com as fotos encontradas e achado semelhanças incríveis com as imagens de Hitler quando ele ainda era novo. Hitler na América do Sul já não usava o seu tradicional bigode, mas as comparações foram feitas especialmente pelo formato do seu rosto.
Uma das histórias que está no livro conta que Hitler teria sido reconhecido por uma freira polonesa quando estava dando entrada em um hospital de Cuiabá para realização de uma cirurgia. A freira teria exigido a retirada dele, mas acabou sendo repreendida por uma superior dizendo que eles estaria lá cumprindo ordens do Vaticano.
Apesar de toda esta história, a grande maioria dos pesquisadores ainda não acreditam em nenhuma teoria que aponte que Hitler teria conseguido sair da Alemanha e vivido em países da América do Sul.

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