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7 coisas que as mães precisam saber antes de desmamar o bebê

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Ao decidir abrir mão da amamentação de maneira repentina, as mães podem gerar um certo trauma no bebê, afinal, na fase inicial da vida da criança ela está acostumada ao peito, que além da alimentação propriamente dita, lhe fornece um vínculo com a figura materna.

Diante desse cenário, até mesmo a Organização Mundial da Saúde demonstra preocupação em auxiliar as mães a fazerem o desmame da criança de maneira correta. O primeiro passo, naturalmente é procurar o pediatra para se certificar de que o desmame da criança não interferirá na nutrição da mesma.

Dito isso, decidimos dar uma parcela de contribuição e apresentar também algumas informações preliminares e pontuais sobre a fase do desmame de modo geral.

Veja os cuidados que as mães precisam ter no desmame dos filhos

Veja os cuidados que as mães precisam ter no desmame dos filhos

Idade certa

Segundo a Organização Mundial de Saúde o ideal é que a amamentação exclusiva ocorra até os seis meses de vida da criança. Após esse período já é permitida a inclusão de outros alimentos no cardápio do bebê, mas ainda em conjunto com o leite materno, que deve ser oferecido até os dois anos de vida.

Vale dizer que alguns bebês preferem desmamar por si mesmo antes de completar dois anos de idade, o que se pode estar ligado à variedade de alimentos que já tende a receber a partir do primeiro ano de idade.

Pode passar algo com gosto ruim no peito?

Definitivamente, não! Passar alimentos com sabor amargo ou azedo nos seios para que o bebê abra mão de mamar não é o jeito certo de desmamar a criança. Isso pode gerar trauma no bebê, que percebe um sabor ruim substituindo seu momento de prazer na amamentação.

Organização

Uma grande dificuldade enfrentada pelas mulheres é a falta de tempo para amamentar a criança após o fim da licença maternidade. Por isso o ideal é organizar para fazer uma programação de retirada do leite para estocar em casa. De acordo com o Ministério da Saúde, o leite materno pode durar até 24 horas na geladeira e até 15 dias no freezer.

Para quem optar por congelar o leite, a dica é descongelá-lo na geladeira e esquentá-lo em banho-maria antes de oferecer ao bebê. Dessa forma a criança vai acostumar a ser alimentado por uma pessoa diferente e não apenas pela mãe. O ideal é começar essa nova rotina alguns dias antes de voltar ao trabalho.

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Copinho ou mamadeira?

Segundo os médicos, o ideal para substituir o seio durante o desmame é a colher ou copinho. Mesmo parecendo estranho é uma forma que dá certo. Se a criança não gostar dessas opções a dica é tentar usar um canudo.

O uso da mamadeira pode gerar um apego na criança e será mais difícil o desmame posteriormente, isso sem contar que o bico da mamadeira é anti-higiênico por não ser fácil de limpar. Não obstante, a mamadeira ainda pode prejudicar a formação óssea da boca do bebê.

O desmame quebra o vínculo de mãe e filho

Como já sugerimos anteriormente, essa pode ser uma verdade. A amamentação mãe e filho gera contato olho no olho. Agora, segundo especialistas, mesmo com o desmame é possível continuar com esse vínculo.

Nesse caso a mãe deve conversar, pegar no colo, fazer brincadeiras e dar muito carinho ao bebê nos momentos em que estiver por perto.

Introdução a outros alimentos

Como já mencionamos, a partir dos seis meses de vida os pais podem oferecer outros alimentos ao bebê, mas o que oferecer? Pois bem, a lista inclui sucos, papinhas e frutas. No sétimo mês é hora de oferecer papinhas salgadas e após um ano a criança já pode comer alimentos sólidos com supervisão. Agora, o recomendado é evitar o excesso de sal e açúcar, preservando assim a saúde e desenvolvimento do bebê.

Tipo de leite

Quando a criança deixa de receber o leite materno, o correto é oferecer a ele leite de fórmula infantil, jamais o leite de vaca. Isso porque as fórmulas lácteas possuem nutrientes importantes para o bebê e que existem apenas em pequenas quantidades no leite de vaca, como é por exemplo, o caso do ferro. Vale dizer que é preciso procurar orientação do pediatra para saber qual é a fórmula ideal para cada criança.


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