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Seis curiosidade sobre a cobra Píton

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As cobras píton podem ser consideradas como um dos seres mais fascinantes que podem ser encontrados na natureza, pelo menos pela grande maioria dos profissionais que dedicam a sua vida para pesquisar e cuidar dos animais. Ela ocupa uma posição de destaque como uma das maiores cobras do mundo. 

Existem diversas espécies dentro dessa família de cobras píton, sendo que a menor delas é a chamada píton-real, que conta com um tamanho de 1,2 metros em média e pesa cerca de 5kg. Mas este é apenas o tamanho da menor espécie, uma vez que as maiores, como a píton-reticulada pode ultrapassar os 8 ou 10 metros de comprimento, podendo chegar no peso de até 160kg. Elas acabam perdendo apenas para as cobras da família anaconda. 

Confira algumas curiosidades deste animal que realmente consegue se destacar:

Seis curiosidade sobre a cobra Píton

Não é brasileira

Por uma questão de tamanho, muitas pessoas acabam confundo as cobras da família da anaconda com as da família da piton. Mas as duas acabam sendo bem diferentes em termos de características. Além disso, diferentemente do que muitas pessoas pensam, essas cobras não são brasileiras. Na verdade, elas são muito mais comuns de serem encontradas nos continentes asiático e africano. 

Existem diferenças também de acordo com a espécie da cobra. Por exemplo, a píton-real pode ser encontrada nas regiões tropicais que ficam ao sul do Saara. Inclusive este pode ser considerado como um animal sagrado para o povo igbo, que vive na Nigéria. Outro local no qual essas cobras podem ser encontradas com abundância é o sudeste asiático. 

Elas não são venenosas

Mesmo que a grande maioria das pessoas tenha muito medo de um animal desta natureza, especialmente em virtude do seu tamanho, os pesquisadores garantem que elas realmente podem ser consideradas como inofensivas para os humanos. Além disso, elas também não são venenosas. Por isso que não é algo muito raro de encontrar pessoas que mantém elas como animal de estimação nos países onde isso é permitido ou então de uma forma ilegal. 

Mas isso não significa que essas cobras não sejam caçadoras nata, afinal de contas, elas realmente precisam sobreviver no mundo selvagem e são carnívoras. Mas elas acabam preferindo roedores ou outros mamíferos que sejam de menor porte. O seu ataque consiste em um bote e depois um abraço no qual ela quebra todos os ossos da sua presa se enrolando em torno da mesma.

Um outro detalhe interessante em relação ao seu esquema de caça é a forma como elas conseguem suas presas. Como são muito grandes, elas não conseguem ter uma movimentação muito ágil. Por isso elas preferem fazer emboscadas, se mantendo escondidas e camufladas com outros elementos na natureza até que a presa esteja muito perto dela.

Fazem jejum intermitente

É claro que elas não estão cientes do nome que os humanos passaram a dar para o jejum e nem fazem isso apenas para manter o seu corpo em dia. Mas elas realmente possuem algumas características que permitem com que elas passem meses sem se alimentar. Depois de matar um bicho e engolir praticamente inteiro, elas ficam um bom tempo paradas para digeri-lo — com isso, podem passar até quatro meses sem precisar caçar novamente. 

Não existe píton branca

Existem diversos programas de televisão que mostram determinadas espécies de píton da cor branca e que tem manchas amarelas. Mas este tipo de cobra acaba acabam sendo caracterizadas com tons de bege, marrom e verde. Aliás, existe até mesmo uma píton que conta com todo o seu corpo verde, mas essa é considerada como uma das mais raras e difíceis de serem encontradas na natureza, tanto pela quantidade quanto pelo fato dela conseguir se camuflar muito bem nas folhagens. 

Não conseguem se movimentar agilmente

Assim como foi citado anteriormente em relação a estratégia de caça da píton, ela realmente não consegue se movimentar muito rapidamente. De acordo com os pesquisadores, elas conseguem fazer menos de 2 km/h, ou seja, quase parando. Por isso que elas realmente precisam fazer suas emboscadas para conseguir caçar. Mas, em compensação, quando elas vão parar dentro da água  conseguem se movimentar com mais velocidade. 

Mais de 80 ovos

Elas também se reproduzem com muita agilidade, uma vez que conseguem colocar até 80 ovos por vez. Depois que elas colocam os ovos, ficam o tempo todo cuidando do ninho, até mesmo sem se alimentar, até que as cobrinhas saiam de dentro dos ovos. Mas, assim que elas nascem, a mãe píton vai cuidar da sua vida e é cada um por si. 


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