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9 coisas estranhas sobre antigas práticas funerárias

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O que acontece após a morte ainda é um grande mistério para a humanidade. Talvez por isso, algumas culturas têm muito respeito com os mortos, os preparando para que o espírito e corpo possam ter descanso ou mesmo continuar a jornada após a morte.

Só que em alguns casos, esses cuidados acabam sendo vistos como algo estranho para pessoas de culturas diferentes ou de outras épocas. Conheça a seguir algumas coisas bizarras sobre a prática funerária antiga.

Coisas inusitadas e estranhas sobre práticas funerárias do passado

9 coisas estranhas sobre antigas práticas funerárias

Enterro

Algumas sociedades, antes de enterrarem o corpo de alguém que faleceu, retiravam a carne dos ossos. A retirada da carne era feita com facas afiadas. O que deu indício disso foram os esqueletos humanos enterrados durante o período e que possuem muitas marcas de corte nos crânios, membros e outros ossos.

Lanças

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Em East Yorkshire, a morte era vista como um grande evento e não algo para se lamentar. Na ocasião, lanças eram jogadas ou colocados nas sepulturas de alguns jovens. Até hoje não se sabe o real motivo para essa prática, porém, acredita-se que se tratava de uma homenagem a jovens soldados.

Lápides

As primeiras lápides na Grã-Bretanha ficavam perto de fortes militares romanos e assentamentos mais urbanizados. Nessa época as lápides eram usadas apenas com mulheres e crianças, e não por soldados, pois eles não eram autorizados a se casar, por isso os monumentos eram dedicados apenas aos seus familiares.

Urnas

Durante o início do período anglo-saxão, os restos cremados de um corpo eram mantidos dentro da comunidade por algum tempo antes do enterro. As urnas também eram usadas nos enterros dos mortos.

Compartilhamento de caixão

Na era Medieval, boa parte das igrejas paroquiais usavam caixões comunitários, ou seja, os caixões poderiam ser emprestados ou alugados para carregar o corpo do falecido de casa para o cemitério. Ao chegar na sepultura, o corpo era retirado do caixão e enterrado em uma mortalha simples.

Alecrim

Antigamente as pessoas usavam raminhos de alecrim para colocar sob o caixão, assim como fazemos com flores atualmente. Como o alecrim dura por muito tempo, ele passou a ser associado com a vida eterna.

Além disso, por ser uma erva perfumada, o alecrim também era colocado dentro de caixões para camuflar os odores dos cadáveres, o que era muito útil, uma vez que corpos muitas vezes estavam guardados há dias ou semanas antes do enterro, enquanto os preparativos eram feitos.

Tocar um assassino

Em meados do século 19, as pessoas acreditavam, que o fato de tocar um assassino que foi executado por enforcamento poderia curar todos os tipos de doenças. Muitas pessoas assistiam às execuções na esperança de posteriormente poderem tocar no corpo do executado.

Há ainda muitos mistérios

Por quase mil anos, durante a Idade do Ferro britânica, os arqueólogos não conseguiram descobrir os tipos de práticas funerárias que existiam em grande parte na Grã-Bretanha. Isso porque os restos humanos só aparecem em alguns lugares, como os enterros em East Yorkshire.

Em grande parte da Grã-Bretanha, práticas funerárias são quase invisíveis, acredita-se que os corpos foram expostos em uma prática conhecida como “excarnation”, a retirada da carne nos ossos, ou cremação seguida do espalhamento das cinzas.

Respeito aos mortos

Na Idade do Bronze as pessoas criaram monumentos funerários e enterraram seus mortos nas proximidades, podendo ainda ser vistos na paisagem ao redor de Stonehenge, criado como um monumento ancestral e funeral. Quando os anglo-saxões chegaram na Grã-Bretanha, eles enterravam seus mortos perto dos monumentos de Bronze e da Idade de Ferro.




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