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Saiba como a indústria do entretenimento faz o melhor uso da nova tecnologia de realidade virtual

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O progresso tecnológico a partir da década de 1980, com o avanço dos computadores em domicílios e escritórios em todo o planeta, mudou nossa forma de ver o mundo em definitivo. A mecanização de tarefas antes feitas apenas de forma “analógica”, como a redação de textos e a formatação de tabelas, nos deu mais tempo para fazer outras coisas que não somente o trabalho de rotina. E, posteriormente, a massificação do acesso à internet nos fez ver que as grandes distâncias que nos separam geograficamente podem ficar muito mais curtas quando o tempo de acesso a alguma informação leva questão de segundos, e não mais horas.

A galope vieram as facilidades que envolvem outras dimensões da vida, além das nossas rotinas obrigacionais. Os aspectos de lazer, como planejar e fazer viagens, podem hoje ser realizados inteiramente por meio da internet. Enquanto ainda é comum ver turistas estrangeiros com mapas de papel nas ruas das grandes cidades brasileiras, o método mais usual de navegar por lugares desconhecidos atualmente são aplicativos como o Google Maps. A Google oferece também integração com passagens aéreas, que podem ser compradas em vários portais de compra especializados no serviço de aviação.

Outra dimensão avançada pela tecnologia é a de “viagens virtuais”. Tais viagens podem ser feitas pelo já citado Google Maps, com sua elevada tecnologia de fotografia panorâmica que nos permite ver ruas, monumentos e até museus em visões de 360º. Em tempos mais recentes, houve também a adição da realidade virtual – conhecida também pelo acrônimo VR, do inglês “virtual reality” – na mecânica de explorar o mundo sem precisar sair de casa.

Avançando pela indústria do entretenimento

A tecnologia de VR tem sido popularizada principalmente através dos smartphones que permitem o acoplamento de acessórios que transformam o aparelho em uma estação de realidade virtual. O Gear VR, da Samsung, que usa o smartphone da marca coreana como um centro de VR sem a necessidade de um equipamento específico para o uso desse serviço, é um exemplo disso. Alguns Gear VR incluem também um controle para facilitar a navegação do usuário pelos mundos virtuais disponibilizados por companhias como a Oculus.

Entre estes mundos virtuais, encontram-se experiências muito interessantes, como a oferecida pelo National Geographic Explore VR. O jogo produzido pela Force Field Entertainment em conjunto com a revista National Geographic permite que o usuário explore cenários deslumbrantes, que vão desde os icebergs da Antártica até as ruínas de Machu Picchu, no Peru, para tirar as melhores fotos possíveis em aventuras semelhantes às dos aventureiros que exploram o mundo em busca daquilo que a natureza tem de melhor para oferecer.

A combinação entre a National Geographic e a tecnologia VR é apenas um dos vários exemplos do mundo do entretenimento que mostram como o ramo se encontra entusiasmado com tais inovações. No setor de cassinos, por exemplo, as melhores plataformas virtuais da indústria, como a LeoVegas, oferecem opções de acesso a jogos em ambiente de VR e também disponibilizam modalidades de cartas e roleta ao vivo, permitindo aos usuários que se sintam o mais próximo possível à verdadeira atmosfera dos cassinos. A ambientação dos jogos é também muito importante para essa indústria, o que muitas vezes "transporta" o jogador ao cenário em si. Ao oferecer vários jogos de temática inspirada em civilizações como o Egito Antigo e lançar mão de elementos audiovisuais para imergir o jogador de forma profunda, o setor demonstra que deseja oferecer uma experiência imersiva e cultural, permitindo aos jogadores apreciar as culturas das sociedades antigas como se estivessem, de fato, caminhando pelas ruas das cidades cheias de areia, esperança e história.

Outra dimensão de interação entre VR e o mundo do entretenimento se encontra em shows virtuais. Desde o show realizado pelo rapper Travis Scott no jogo de battle royale Fortnite, viu-se o potencial da realização de espetáculos no mundo virtual. Isso tem levado ao surgimento de empresas especializadas neste tipo de show, como a Wave e a MelodyVR.

Outros usos da tecnologia de realidade virtual supreendem

O uso do VR, no entanto, não se resume ao setor do entretenimento. Um dos exemplos mais notáveis envolve a medicina, com a realidade virtual sendo utilizada para o treinamento de aspirantes a médicos em universidades e clínicas estadunidenses. A medicina também tem usado o VR como experimento em tratamentos para problemas de ansiedade e de fobias, com grande sucesso nas baterias de testes realizadas até aqui.

Infelizmente, o VR ainda não é o equipamento mais acessível aos entusiastas da tecnologia. Isso ocorre não apenas por conta dos custos, mas também das demandas de performance que os equipamentos impõem aos PCs em geral. Mas, como já ocorreu com tantas outras tecnologias, as esperanças são de que a queda nos custos de produção destes equipamentos permita sua massificação em tempo oportuno no futuro. Esse passo, em combinação com o avanço do 5G e a possibilidade de acessar velocidades incríveis de internet fora de casa, pode ser o empurrão final para que o VR finalmente emplaque entre o grande público.


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