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Relatório do Google aponta que apenas 1% dos dispositivos Android tiveram malwares em 2014

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Em relatório sobre segurança do Android divulgado nesta última quinta-feira (2) o Google trouxe uma notícia importante para aqueles que utilizam aparelhos com o referido sistema operacional. Segundo as informações, apenas 1% dos dispositivos com Android foram infectados com aplicativos maliciosos em 2014.

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Os dados divulgados pela empresa também reforçaram a tese de que é muito mais seguro baixar aplicativos pela Google Play, (loja oficial do sistema) do que por outros sites espalhados pela web. A seguir você confere os detalhes.

Relatório do Google aponta que apenas 1% dos dispositivos Android tiveram malwares em 2014

O resultado do relatório reflete um índice extremamente positivo para o Android, tendo em vista que com a sua popularidade o sistema costuma ser o mais perseguido pelos cibercriminosos. O bom desempenho é consequência de um pesado investimento em segurança feito pela empresa.

Entre os itens de segurança que os dispositivos Android ganharam recentemente, destaque para a criptografia completa do chip de memória, sandbox melhorado, proteção contra ataques de força bruta e melhorias na autenticação com os “trustlets”.

Não obstante, desde o último mês os aplicativos disponibilizados na Google Play passam por uma avaliação humana antes de serem aprovados, além do que, a empresa tem alertado os usuários para a importância de manter ativada a função “Verificação de Segurança” nos dispositivos Android, já que ela impede a instalação de apps potencialmente nocivos.

No relatório de segurança a empresa fez questão de enaltecer a importância das novas medidas e investimentos feitos em segurança. “No último ano, o Android obteve um grande progressos em tecnologia de segurança da plataforma, como a expansão do uso de hardware, criptografia protegida, possibilidade de programar criptografia completa de disco e a melhoria na proteção do aplicativo sandbox Android com um sistema de controle de acesso obrigatório, baseado no SELinux”.


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