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Hepatite C: Tratamento com novos medicamentos pode durar apenas 25% do tempo atual

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A hepatite C é uma doença viral que causa a inflamação do fígado e pode se desenvolver de dois modos distintos, ou seja, de forma aguda ou crônica. A maioria das pessoas que se contamina com o vírus desenvolve a doença de forma crônica.

Até então o tratamento da hepatite C era feito geralmente à base de uma combinação de medicamentos como interferon peguilado alfa e ribavirina, que é o medicamento viral. O tratamento leva em média entre 24 e 48 semanas. Apesar disso, um novo tratamento para hepatite C promete diminuir o tempo e os efeitos colaterais do tratamento. Na sequência você confere os detalhes de mais esse avanço da medicina.

Hepatite C: tratamento com novos medicamentos pode durar apenas 25% do tempo atual

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De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) aproximadamente 300 milhões de pessoas são portadoras do vírus da hepatite C e B no mundo todo. Estima-se que cerca de 26 mil pessoas estejam recebendo o tratamento da doença no Brasil. Sabendo disso, as notícias de uma nova forma mais rápida e eficaz de tratamento, soa de maneira extremamente positiva tanto para os pacientes, quanto para as autoridades de saúde.

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Diminuição do tempo de tratamento e efeitos colaterais com a nova medicação

O novo método consiste no uso de novos medicamentos, que de acordo com as últimas informações, já se encontram em fase de análise na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Segundo Edson Roberto, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, a melhor vantagem da nova medicação é a redução do tempo e efeitos colaterais do tratamento.

O tratamento comum tem uma longa duração de onze meses, já com a nova metodologia, ele poderá chegar a ser feito até em três meses. O efeito colateral vem a ser menor porque o organismo não passa tanto tempo em contato com a medicação.

Apesar dos benefícios, o valor do medicamento pode ser um ponto negativo, capaz de impossibilitar que muitas pessoas optem pelo novo procedimento. Informações recentes dão conta de que, nos Estados Unidos, cada cápsula da medicação pode custar cerca de mil dólares. No caso de algum brasileiro se interessar pelo novo tratamento será necessário o investimento de cerca de 400 mil reais para a importação dos itens necessários.


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