Ivete Sangalo no Rock in Rio já virou uma história própria dentro do festival. Em 2026, a cantora voltou à Cidade do Rock no dia 13 de setembro e chegou à sua 20ª apresentação somando diferentes edições do evento. O número ajuda a explicar por que o nome de Ivete aparece com tanta frequência entre os artistas brasileiros ligados à trajetória do Rock in Rio.
Na edição deste ano, Ivete abriu a programação do Palco Mundo no último dia e levou o show “A La Sangalo”. A apresentação reuniu músicas de fases diferentes da carreira. Para quem acompanhou o show ou quer entender por que essa parceria se repete há tantos anos, vale olhar para a trajetória da cantora e para os hits que atravessaram gerações.

Ivete Sangalo no Rock in Rio: relação que atravessa edições
O Rock in Rio nasceu associado ao rock e aos grandes nomes internacionais, mas ampliou sua programação ao longo das décadas. Ivete se tornou uma das presenças brasileiras mais constantes dessa fase mais diversa, participando de edições no Brasil e também de versões internacionais do festival.
O próprio Rock in Rio destacou em 2026 que a cantora alcançou sua 20ª apresentação no evento. É uma marca incomum e mostra que sua presença não depende apenas de um disco específico. Ela consegue atualizar o repertório sem abandonar músicas reconhecidas por públicos de idades diferentes.
O que aconteceu no show de 2026
A apresentação de 13 de setembro abriu os trabalhos do Palco Mundo no último dia da edição. Segundo o balanço oficial do festival, Ivete levou ao palco o show “A La Sangalo” e colocou no repertório faixas como “Macetando”, “Poeira”, “Energia Gostosa”, “Dançando” e “Pequena Eva”.
| Ponto | Rock in Rio 2026 |
|---|---|
| Data | 13 de setembro de 2026 |
| Palco | Palco Mundo |
| Marca histórica | 20ª apresentação de Ivete no festival |
| Show | “A La Sangalo” |
| Repertório citado pelo festival | Macetando, Poeira, Energia Gostosa, Dançando e Pequena Eva |
O contexto também foi especial: a edição de 2026 reuniu mais de 700 mil pessoas em sete dias, com cerca de 190 shows e mais de 1.300 artistas, segundo a organização. No mesmo último dia, o Palco Mundo recebeu ainda Lola Young, Halsey e Twenty One Pilots.
Por que Ivete funciona tão bem em festival?
Parte da resposta está no repertório. Um show de festival precisa conquistar também quem não foi ao evento exclusivamente por aquele artista. Ivete tem músicas de épocas diferentes conhecidas por públicos distintos. Isso facilita a criação de uma apresentação com reconhecimento rápido.
Outro fator é a mistura de estilos. A carreira passou por axé, pop, samba e outras referências populares. Em 2025, por exemplo, a cantora lançou o EP “O Verão Bateu em Minha Porta” e desenvolveu “Ivete Clareou”, projeto dedicado ao samba. Essa variedade ajuda a atualizar os shows.
Hits para entender diferentes fases
- Pequena Eva: remete à fase ligada à Banda Eva e segue como referência da trajetória.
- Festa: marcou uma etapa importante da carreira solo.
- Sorte Grande: ganhou vida longa em shows e festas.
- Quando a Chuva Passar: representa o lado mais melódico do repertório.
- Poeira: continua entre as músicas mais associadas às grandes plateias.
- Macetando: representa uma fase recente e voltou ao repertório em 2026.
Quem gosta de comparar trajetórias da música baiana pode conferir também o conteúdo sobre Ivete Sangalo e Claudia Leitte, com diferenças de carreira e repertório.
Mais de 30 anos de carreira
O Rock in Rio apresentou Ivete em 2026 destacando mais de três décadas de carreira, 18 milhões de discos vendidos, quatro Grammys Latinos e 16 Prêmios Multishow. Os números dimensionam uma trajetória que atravessou mudanças importantes na indústria, do CD ao streaming e das grandes turnês à força das redes sociais.
A permanência em festivais, porém, depende de mais do que catálogo. É preciso produzir material novo, atualizar o show e conversar com públicos que talvez não tenham acompanhado o começo da carreira. Ivete consegue combinar músicas recentes com faixas antigas sem transformar a apresentação apenas em retrospectiva.
Como montar uma playlist pós-Rock in Rio
Uma forma simples é dividir a seleção em três blocos: início de carreira, grandes sucessos solo e fase recente. Quatro ou cinco músicas de cada etapa já permitem perceber mudanças de arranjo, gênero e estilo.
Quem viu a apresentação de 2026 pode começar pelas faixas citadas pelo festival: “Macetando”, “Poeira”, “Energia Gostosa”, “Dançando” e “Pequena Eva”. Depois, vale adicionar “Festa”, “Sorte Grande” e “Quando a Chuva Passar”.
Uma história que o festival passou a destacar
A 20ª apresentação transformou a participação de 2026 em mais um marco dessa relação. Ivete não apareceu apenas como atração brasileira de um dia: o próprio Rock in Rio tratou sua presença como parte da história do evento.
Para o público, isso ajuda a explicar por que algumas músicas continuam voltando aos grandes palcos. No caso de Ivete, o Rock in Rio virou um dos lugares em que diferentes fases da carreira se encontram — e 2026 adicionou mais um capítulo a essa parceria.

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