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Liminar suspende venda de Playboy da Patricia Jordane, suposto ex-affair de Neymar

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O mundo das celebridades segue agitado nos últimos dias, em pleno período de Copa do Mundo, uma verdadeira bomba envolvendo de forma indireta o jogador Neymar, do Barcelona e da seleção Brasileira, acabou ganhando os noticiários em praticamente todos os meios de comunicação do Brasil.

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De acordo com o portal “EGO”, o jogador brasileiro ganhou uma liminar na justiça que suspende a venda da revista Playboy de Patricia Jordane. O motivo da ação movida por representantes do craque brasileiro, seria o uso indevido do nome do jogador na capa da edição, que aliás, ainda aponta a bela que estampa a capa como uma suposta ex-affair de Neymar, que hoje namora a atriz Bruna Marquezine.

Liminar suspende venda de Playboy da Patricia Jordane, suposto ex-affair de Neymar

Capa da Playboy da Patricia Jordane

A capa da edição da Playboy traz Patrícia Jordane na capa com o título: “A morena que encantou Neymar”. Diante do contexto da publicação, os representantes de Neymar entraram com ação para que a venda da revista seja suspensa de forma definitiva, o site do jogador chegou inclusive a emitir uma nota informando os motivos que supostamente teriam levado à moção da ação.

“A editora, além de divulgar uma mentira sobre a vida pessoal do Neymar Jr, utilizou indevidamente o seu nome, ou seja, sem a autorização da NR SPORTS, empresa dos pais do atleta e única detentora dos direitos de exploração da imagem, nome e seus atributos”, dizia a publicação.

Apesar de todo o burburinho, ao que tudo indica a redação da revista ainda não havia sido notificada até a última quinta-feira, 26. O diretor de redação da revista, Sérgio Xavier, conversou por telefone com o portal EGO, na ocasião ele informou ter conhecimento da liminar, mas garantiu não ter recebido qualquer notificação até a referida data. As declarações do diretor demonstraram também que a revista deverá recorrer da decisão.

“De fato, existe esta liminar, mas ainda não fomos notificados. Enquanto não recebermos oficialmente a liminar, não vamos fazer nenhuma declaração oficial e as revistas continuarão nas bancas. Mas nosso jurídico já está tomando as medidas para entrarmos com um recurso”, disse ele ao EGO.



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