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Cientistas encontram parasita bizarro que assume lugar da língua de suas vítimas

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Os cientistas e pesquisadores que lidam diretamente com as descobertas do mundo da biologia sabem que seres que podem ser classificados como parasitas acabam desenvolvendo diferentes tipos de estratégias para conseguir sobreviver. Afinal de contas, ele precisa de um hospedeiro e depende desta estrutura para continuar se alimentando. Mesmo assim, alguns comportamentos, quando encontrados na natureza, ainda surpreendem. 

Os pesquisadores encontraram recentemente um parasita que assume o lugar da língua de peixes que já estavam mortos. A descoberta foi feita enquanto uma equipe realizada radiografias de rotina em esqueletos de peixes. Eles identificaram uma imagem estranha em uma das espécimes observadas, com um pequeno movimento em sua língua. 

Cientistas encontram parasita bizarro que assume lugar da língua de suas vítimas

O que os pesquisadores descobriram foi se tratar de uma pequeno crustáceo que simplesmente acabou assumindo o lugar da língua original do peixe que já tinha morrido. O fato foi possível graças a uma habilidade que o pequeno crustáceo possui, sendo capaz de absorver todo o sangue da estrutura original até que murche para, logo depois, ocupar seu lugar na boca do animal.

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Segundo os pesquisadores, existem diversos tipos de isópodes parecidos na natureza, mas são raros aqueles que utilizam a língua das suas vítimas como estratégia de sobrevivência. Eles invadem o organismo dos peixes maiores através das suas guelras. Depois disso, o parasita se direcionada diretamente para a língua, e passa a comê-la. 

Ele só termina depois que essa parte do corpo do animal está completamente desgastada. O processo acontece de uma forma lenta, sendo que os peixes simplesmente não percebem o que está acontecendo. Ao terminar, o parasita simplesmente assume o lugar da língua e passa a se alimentar de todos os alimentos que passam por ali. 

Para que ele consiga se tornar basicamente parte do corpo do animal hospedeiro, este parasita desenvolveu um sistema de acoplagem que se agarra na língua com seus sete ares de pernas e vai liberando, aos poucos, uma substância anticoagulante que acaba tornando mais fácil o fluxo de sangue naquela região. E o hospedeiro pode acabar ficando anos nesta posição, sem despertar qualquer suspeita. 




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