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6 origens inusitadas de superstições que ainda são comuns na atualidade

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Crenças, costumes e tradições com origens misticas, são coisas que sempre existiram. Isso aconteceu ao longo dos séculos porque muitas vezes, quando não conseguia explicar algo por meio da ciência, as pessoas buscavam respostas no misticismo.

O que ilustra bem isso é que, muitas das superstições que ainda hoje são difundidas por aí, possuem origens bem inusitadas nesse sentido. Você provavelmente já conheceu uma pessoa que não passa por baixo de uma escada ou que foge de gato preto por acreditar que isso traz azar, certo?

Só que o que você provavelmente não sabe é que até mesmo essas crendices surgiram de maneiras bem surpreendentes. A seguir você confere alguns exemplos. Veja!

Superstições populares e suas inusitadas origens

Passar por baixo de escada

escada

Uma teoria alega que essa superstição surgiu no Antigo Egito. Nessa época a forma de triângulo era considerada sagrada, devido às pirâmides. E como uma escada encostada na parede forma uma espécie de triângulo, passar por baixo dela seria um desrespeito a essa forma sagrada.

Séculos mais tarde essa superstição teria sido reformulada pelos cristãos. Isso porque uma escada havia sido encostada no crucifixo de cristo, o que tornou a mesma em um símbolo de traição. A partir daí o ato de passar sob uma escada teria passado a ser visto como desrespeito e infelicidade.

Abrir guarda-chuva dentro de casa

guarda-chuva

Essa é mais uma história que veio do Egito, onde apenas pessoas da realeza tinham guarda-chuva. Informações sugerem que por meio desse objeto eles acreditavam conseguir a conexão com os deuses. O ato de usar o guarda-chuva em um local fechado, portanto, representava um desrespeito ás divindades.

Uma outra teoria que vem do século XVIII, diz que em Londres, quando os guarda-chuvas estavam se tornando moda, o item possui uma estrutura perigosa. Devido a essa estrutura, portanto, não recomendado que o objeto fosse aberto dentro de casa, pois poderia atingir uma criança ou qualquer item frágil.

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Quebrar espelho

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Algo que costumava acontecer muito na Grécia Antiga era o ato de adivinhação com espelhos. Na prática, um pedaço de espelho era mergulhado na água e colocado na frente de uma determinada pessoa, e se a imagem fosse refletida com distorção esse era visto como um claro sinal de morte ou azar.

Essa crença teria sido alterada pelos romanos, quando acreditava-se que a saúde das pessoas poderia ser dividida por ciclos de sete anos, assim a distorção da imagem era relacionada a sete anos de saúde ruim ou azar.

Ferraduras

ferradura

Segundo informações, essa seria uma crença ligada a São Dunstan, um bispo da Igreja Católica de Londres. Ele teria recebido a visita de um homem que era o diabo e ele queria trocar a ferradura de seu cavalo, porém, ao perceber de quem se tratava o homem, ele usou a ferradura nos pés do demônio, por sentir muita dor o diabo pediu para o santo retirar e ele aceitou, desde que ele nunca entrasse em um local que tivesse uma ferradura pendurada na porta.

Essa seria a razão pela qual muita gente passou a usar ferradura na porta para evitar a entrada do mal.

Número 13

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A crendice relacionada ao número 13 está na relação de um dos documentos mais antigos do mundo, ou seja, o Código de Hamurabi. Isso porque, uma teoria sugeria que a lei de número 13 não estaria no conjunto de artigos. A omissão, contudo, se tratava de um mero erro de tradução das versões iniciais, que deixava de fora um linha do texto original.

Seja como for, a coisa teria dado margem para muitas teorias, onde o número doze passou a ser visto como perfeito, uma vez que o ano possui doze meses, o dia tem ciclo de 12 horas e Jesus possuía doze apóstolos.

No fim das contas, o número 13 passou a ser visto como desequilíbrio. Vale dizer, porém, que essa crença se tornou mais comum no ocidente, já que em outras culturas, como por exemplo a egípcia, o número 13 era visto como sinal de sorte.

Gato preto

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Mesmo que ainda hoje sejam vistos por algumas pessoas como símbolo do azar, os gatos pretos já foram vistos como sinônimo de sorte. A coisa teria começado mudar de figura a partir da Idade Média, quando começaram relacionar os animais a bruxas.

Segundo a lenda, pai e filho passaram a agredir um gato sem nenhum motivo, mas o animal conseguiu fugir para casa de uma mulher nas proximidades. No dia seguinte a mulher saiu mancando de casa e aí surgiu o mito de que ela e o gato eram a mesma pessoa e que o gato era uma forma de transformação.


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