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Cléo Pires inicia sua carreira como cantora

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Cléo Pires tinha 17, 18 anos, quando cantou em público, numa apresentação de show de talentos, pela primeira vez. Ficou tão nervosa que ao deixar o palco, pensava se ganharia coragem de repetir o feito novamente. “E não levei isso para frente”, conta. Ela explicou que achou que este era o momento perfeito para se lançar na nova empreitada.

"Sempre quis fazer e chegou uma hora que eu tinha acabado de fazer três longas e uma novela e pensei: 'Agora é a hora, não dá para adiar mais'. É a minha grande paixão".

Cléo Pires inicia sua carreira como cantora

Lançamento na carreira de cantora e "novo" nome

No dia 19 de março saiu Jungle Kid, um EP com cinco músicas, o primeiro passo da nova carreira de Cleo, agora, sem o sobrenome da mãe, aos 35 anos. “Num certo momento, a frustração (por não estar na música) foi maior do que o medo”, ela conta. “Enfim, me senti preparada para isso.” Cleo conta como suas experiências de vida, desde a infância, ganharam forma no EP ‘Jungle Kid’.

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Feliz com a repercussão de suas primeiras músicas, Cleo revelou que tem recebido muitos convites para shows, mas que prefere planejar tudo com calma antes de subir ao palco: "Estamos tentando organizar para entender qual vai ser o modelo de show, fazer tudo certinho, bonitinho, e entregar uma coisa legal para as pessoas", explica.

Com cinco músicas, duas em português e três em inglês, Jungle Kid, o EP, é uma parcela da persona musical de Cleo, explica ela. Cada uma das faixas foi escolhida para mostrar a pluralidade da sua estética sonora, sempre costuradas por algo de noturno, ou “obscuras”, como ela diz. “No estúdio, o Guto (Guerra, produtor do EP) pedia para tentarmos fazer algo mais leve. A gente até tentava, mas, quando chegava o momento de colocar os sintetizadores, eu preferia algo superdenso”, explica. Ela se surpreendeu com a densidade que vinha dessas canções? “Na verdade, não. Eu queria não ser óbvia para mim, mesma”, ela diz. 

Ao falar sobre as suas inspirações para as músicas, ela surpreende: "Foi tanta coisa que me inspirou... Porque eu tinha letras de cinco anos atrás", diz.

"Acho que minhas maiores inspirações são mesmo da minha adolescência, da minha infância. Muito ecléticas, porque vai de Leonard Cohen a Tati Quebra-Barraco"




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