Esse letra de Luiz Telles já foi acessado por 134 pessoas.
Veja também o vídeo da música tocada.
Quando chega domingo,
eu encilho meu pingo que troteando sai
Rumo as velhas barrancas,
de histórias tantas do rio Uruguai
Eu sou fronteriço de rédea e caniço,
o perigo me atrai
Sou de Uruguaiana,
de mãe castelhana igual a meu pai
Se a terra não é minha,
se a vida é mesquinha o que se há de fazer?
Mas o sonho nasceu e
o rio se fez meu e nele vou descer
Pra encontrar quem me espera
morena sincera que é meu bem-querer
Meu momento é aí no chão
onde nasci e onde vou morrer
Tem o verde dos campos nos seus olhos
e o feitiço maleva que
puro veneno no caminhar
Uma noite serena adormece
morena em seus cabelos
O seu corpo bronzeado é
um laço atirado a me pealar
Tristeza e alegria são meu dia-a-dia,
já me acostumei
Sou do campo e do rio, faça sol,
faça frio, lá no domingo estarei
Barranca e fronteira
canha brasileira assim me criei
Com o carinho nos braços galopam
meus passos e me torno um rei
Agora meu dia-a-dia
só tem alegria, tristeza deixei
Encontrei na verdade a outra
metade que tanto busquei
Barranca e fronteira
canha brasileira feliz estarei
Com o carinho nos braços
da prenda os abraços e me sinto um rei
Para enviar você precisa efetuar um cadastro gratuito no site. Caso já tenha um cadastro, acesse aqui.
Acesse agora, navegue e crie sua listas de favoritos.
Entrar com facebook Criar uma conta gratuita
Comentários (0) Postar um Comentário