Esse letra de Leôncio Severo já foi acessado por 124 pessoas.
Veja também o vídeo da música tocada.
Um jeito 'paysano' de sentar as garras
E o vento por farra tapeando o sombreiro
De algum entrevero a coragem e o tino
Topando o destino se forja um fronteiro
Destapo mistérios na cisma da estrada
Campeando pousada num rancho florido
Bem donde a saudade se afoga na aguada
Da boca pintada de um beijo perdido
Rio Grande vaqueano, minha pátria de campo
Sereno me acampo, com a alma num verso
Levanto morada num sul que é sinuêlo
Juntando 'peçuelos' que andavam dispersos
Rio Grande vaqueano, minha pátria de campo
Querência de tantos, iguais nesta lida
De pampa, cavalo, estância e rodeio
Que o choro do arreio é cantiga de vida.
A volta me aperta e eu dobro a parada
Pois tenho uma eguada que é até um desaforo
Esmagam novilho na boca do brete
E chegam de frente nas aspas do touro
Se o tempo se enfeia na cãibra do laço
É num 'cavajaço' que se aponta o rumo
Serviço 'hay' de sobra, pra quem tem origem!
No fio da 'Solingen' é que berra o consumo.
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