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Primeiro emprego: veja o que colocar no currículo na falta da experiência profissional

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A cada dia que passa uma enorme quantidade de jovens talentos vem buscando a oportunidade de ter o primeiro emprego. Nesse momento, no entanto, muitos esbarram em pelo menos duas dúvidas básicas: Como fazer um bom currículo sem ter experiência profissional? Como ter chances reais em um mercado cada vez mais exigente?

Pra piorar a situação, nem sempre essas dúvidas são respondidas de maneira eficiente (ou de qualquer outra maneira) por intermédio dos meios tradicionais de ensino, pelo que, o jovem acaba dependendo exclusivamente da sorte, quando na verdade, poderia potencializar suas possibilidades.

Diante desse cenário, decidimos apresentar a seguir algumas dicas para quem deseja se sair bem na criação do currículo para o primeiro emprego. Veja!

Primeiro emprego: veja o que colocar no currículo na falta da experiência profissional

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De acordo com especialistas no mercado de trabalho, o primeiro passo para quem deseja arrumar o primeiro emprego é tirar da cabeça a ideia de que será rejeitado por uma empresa apenas por sua inexperiência.

Isso porque quando jovem, a própria idade do candidato já denuncia ao contratante que o mesmo não possui experiência profissional, o que na maioria dos casos não é visto como um problema. Dito isso, é preciso focar naquilo que de fato pode fazer diferença.

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Agora vamos então ao que deve ser incluído no currículo do primeiro emprego!

Na ausência de experiência profissional comprovada em carteira, o profissional pode perfeitamente mencionar no currículo os eventuais “bicos” que fez antes de procurar o emprego.

Isso pode incluir os trabalhos prestados de modo informal em uma empresa da família, a produção de um pequeno evento, um trabalho informal e periódico, ou até mesmo a gerência em algum projeto de uma igreja ou comunidade, por exemplo.

Esse tipo de experiência, ainda que não se enquadre no ambiente formal de trabalho, pode contribuir bastante com o currículo daqueles que estão iniciando a jornada profissional. Além disso, informar no documento um eventual intercâmbio de estudos realizado, ou até mesmo um voluntariado, também conta pontos em favor do candidato.

Algo que também pode surtir efeito positivo é informar no currículo os casos de ter feito um projeto de iniciação científica, atuado em empresa júnior da faculdade, ou mesmo concluído o próprio TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

Levando em consideração o que foi dito, e as informações básicas para a concepção de um bom currículo, apresentamos a seguir uma sugestão para a disposição das informações no documento.

Sugestão para o currículo

Dados pessoais – é preciso especificar a princípio o nome completo, a idade, o estado civil, o endereço (incluindo cidade e estado), o telefone (que pode ser residencial ou celular), e sempre que possível o e-mail.

Formação acadêmica – aqui é preciso informar o último grau de escolaridade cursado. Em caso de os estudos estarem em andamento, é preciso descrever o nível e informar a previsão para o término dos mesmos. Lembrando que também é válido informar o nome da instituição de ensino, tanto no caso de quem já terminou, quanto no de quem ainda está estudando.

Cursos – esse ponto será em parte o responsável por suprir a ausência da experiência profissional, aqui é preciso informar os cursos profissionalizantes que eventualmente foram feitos. Os básicos são os de idiomas, informática, e relações interpessoais, no entanto, outros tão ou mais relevantes que estes também podem (e devem) ser informados.

Objetivo – nesse caso é preciso dizer o cargo pretendido com o máximo de especifidade possível. No caso de não saber exatamente o cargo é preciso dizer no mínimo a área onde pretende atuar. Ao contrário do que muitos pensam, isso age em favor do candidato, demonstrando ao contratante que ele sabe bem o que deseja.

Experiências informais e voluntariados – é aqui que entra os já mencionados serviços prestados de maneira informal, insira todas as informações que julgar pertinente com base no que foi mencionado anteriormente.

Os detalhes que não devem fazer parte do currículo nesse caso são:

Título “currículo vitae” ou “currículo”;
Número de documentos pessoais;
Foto (salvo em casos em que o empregador solicitar);
Nome de parentes, incluindo pais, marido (ou esposa) e filhos;
Referências pessoais (não há porque indicar referências, já que em tese as informações pertinentes sobre o profissional já está no currículo);
Salário pretendido;
Cartas de referência;
Certificados dos cursos descritos e documentos que eventualmente comprovem as atividades informais exercidas;
Data e assinatura; e
Habilidades genéricas, como proatividade e criatividade.


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