Hã?!

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Quer conhecer melhor as vontades de Deus? Então, esqueça a desobediência de Eva e a fraqueza de Adão; esqueça a orgia de Sodoma e Gomorra; esqueça o apreço de Noé pelo seu filho Sem e o ressentimento pelo seu caçula Cam; esqueça o motivo da separação de Ismael e Isaac, filhos de Abraão; esqueça a esperteza de Jacó e a fome de Esaú; esqueça o coração duro dos reis que ocupavam Canaã e a teimosia do Faraó no Egito; esqueça a desobediência dos Israelitas e a tirania de Nabucodonossor; esqueça os fariseus, os saduceus, os sacerdotes , os anciãos e os doutores da Lei; esqueça a traição de Judas e a fraqueza de Pedro; até mesmo os 1.260 dias, porque assim Deus determinou. Pare de confundir as determinações de Deus com as trapaças do diabo, porque este não tem o poder de penetrar no coração nem transformar os preceitos do espírito humano. Se Deus é o dono do projeto e está no comando do destino das nações, por que deixaria o tachado de inimigo mudar Seus planos?
Deus, aos poucos, tem incentivado alguns homens a revelar aos outros mais receptivos, o rumo que Ele pretendeu e continua pretendendo dar aos destinos das nações. Quando idealizou os três Reinos em um de Seus vários planetas, sentiu a vontade de lidar com seres pensantes, e pensou assim, em um ser que fosse à Sua imagem e semelhança. E deu vida a Suas personagens para cumprirem a História prescrita sob Seu controle. Procriou tribos e lhes traçou destinos; lhes deu a impressão de serem donos de seus destinos, mas limitou liberdades; criou o instinto obsceno, mas molestou o lascivo. Imaginou e criou cérebros conectados para a obstinação da fraqueza de Eva diante do fruto proibido; de Caim diante de Abel; de Noé diante de seu caçula Cam; de Abraão diante de seu filho Ismael. Já numa próxima fase da História, resolveu porfiar Esaú e Jacó, e continuou com Manassés e Efraim. Mais adiante, obstinou o Faraó a pelejar com Moisés, para fazer falecer a nação Egípcia.
Com a conexão da obstinação, foram vitimados: os fariseus, os saduceus, os sacerdotes, os anciãos, Judas Iscariotes e os doutores da Lei, sem contar com cananeus, amorreus, filisteus, semitas, ..., e na História mais recente, Rítler, destinado a extinguir os Judeus.
Nos dias atuais, muitos homens são privilegiados com a revelação de como um cérebro pode ser programado para ser um protagonista ou um vilão, num período da História. Assim como um homem já é capaz de programar um robô para a tarefa desejada, Deus já há muito, tem o Seu controle remoto, capaz de conectar os estímulos no cérebro humano, para destiná-lo, à época desejada, às missões dos destinos das nações.
Quando Deus pensou criar o homem com o poder de raciocínio, Ele impôs um desafio a Si próprio: dirigir uma História onde, protagonistas, vilões e figurantes, às vezes Lhe surpreendem, quando, por vezes, levados pelo próprio instinto humano ( recebido ), buscam o bel-prazer.
O ser humano ainda não foi estimulado a entender que o homem é criatura e não criador, para assim continuar com esse entendimento de que pode traçar o seu destino, criar suas próprias vontades, estimular-se por si só e implantar seus dons. Não alcançam que, os estímulos que os movem foram pensados, planejados e implantados de maneira a diferenciar comportamentos distintos para a distribuição das tribos e futuras nações.
Muitas vezes cansa se deparar com idéias defendendo ou acusando personagens bíblicos, sem parar para entender que nenhum autor solta suas personagens sem amarras. Se o autor homem amarra seus atores aos destinos que ele traçou, o Senhor da História é que não vai abrir mão dos fatos que planejou.
Aos homens não é dado o entendimento de que são seres predestinados, para que eles se ocupem na busca da ilusão, tentando palpar aquilo que acham estar ao alcance das mãos.
O homem foi predestinado à busca e à procriação, enquanto o Autor prepara o cenário dos fatos para proclamar a Atuação.
Há uma diferença e uma semelhança entre a atuação fictícia e a Atuação real: na atuação descrita pelo autor humano, os atores não sofrem nem falecem, e logo após o grito do: corta! Todos se levantam e vão avaliar a atuação. Já na Atuação real, os atores e figurantes, sofrem e falecem de fato, e já eram. Então, onde está a semelhança? Ora, enquanto na ficção as personagens se levantam após o grito: corta! Na História real, também todos, se levantam com a ressurreição. Por isso, analise, sem medo, no Livro dos ensinamentos, os: “Eu vou...”, “Eu fiz...”, “ai daqueles...”, “é necessário...”, “para se cumprir...”, e rogue para que seja incluído nos: “Felizes daqueles ...”; siga em busca do entendimento, sem medo, mesmo achando que não é merecedor da Sua graça; e antes de desistir, lembre-se de que Paulo não foi escolhido por mérito, mas por agraciamento.









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