Imbernada

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Oh; piedade, piedade.
Onde estás que ninguém a encontra.
Se esvaiu
Por entre as águas da podridão do ser...

Malvada donzela de nossos tempos
És você,
Realização a qualquer preço
Do que se pensa ser vida...

Oh; compaixão compungida
A ser ninfa nesses dias.
És bela,
Mas não é o fim nem o começo...

Está em estado intermediário,
Nunca avança;
Adormece esperando o acordar.
Vive imbernada na humanidade!

Oh; tristeza contida
Pelo realizar
Não conseguir;
Leva a bestialidades mil.

Realidade da vida perdida
De pessoas em volta em seu dia a dia.
Ignoram que a piedade
É o real elo de união da sociedade!

Ah; realidade que aflora
Nos corações entristecidos;
Procuram afogar os sentimentos
Nas águas podres de um mundo ufano...

Bom é saber, que pessoas se purificam.
Deixam de beber da água podre
Para beber da água da vida...
Voltando a existir, como essência viva.


  • Autor: José Roberto Perez Monteiro








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