Esse letra de Mauro Moraes já foi acessado por 132 pessoas.
Eu nasci no Toro Passo, me criei no aferidor
Aprendi quebrando casco às voltas do corredor
Não suporto o arruaceiro e o barracho me dá asco
Criei vergonha na cara vendo os outros fazer fiasco
Não refugo em porteira nem durmo dentro de sanga
Pra me voltear pra mangueira precisa sinuelo e manga
Eu nado sem bater braço, corro sem levantar pó
E sou como o quero-quero que dorme com um olho só
Quem quiser me embuçalar ou me tosar desmaneado
Vai botar fora a carreira pois tenho por precavido
Muito sarandi cortado, muito café na chaleira
Não vou em baile de cobra sem levar um pau de jeito
Deixando o pingo encilhado e por fora do parapeito
Não há arisco que não caia, mas o diabo é meu padrinho
Sou coruja cascoteada, moro à beira do caminho
Ninguém me pega entocada, nem 'pichão' fora do ninho!
Para enviar você precisa efetuar um cadastro gratuito no site. Caso já tenha um cadastro, acesse aqui.
Acesse agora, navegue e crie sua listas de favoritos.
Entrar com facebook Criar uma conta gratuita
Comentários (0) Postar um Comentário