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Um colorado,
delgado e 'costeadão'
se 'arrasto' frente ao galpão
quando sentei o baixeiro...
Que mal costume
pra um cavalo quase feito
pois não se perde o respeito
diante de um índio campeiro.
Por vaqueano
apertei as barrigueiras
cabresteei reto a porteira
pra 'muntá' em campo aberto...
Porque um fronteiro
quase sempre se garante
com a 'semaria' por diante
e os quero-quero por perto.
'Muntei' ligeiro
pra 'firmá' a gauchada
e larguei marcha troteada
estendendo o meu bagual...
Que mala surte
um avestruz aninhado
me 'saltô' todo assombrado
do meio do macegal.
Uma 'negadita'
quase me 'saca' dos bastos
tiniu nas franjas do pasto
a roseta das chilenas...
A mão certeira
campeia a aba do paysandú
a vida pra um índio cru
por vezes fica pequena.
São coisas simples
do dia a dia da lida
baldas de campo pra vida
que ajeito com muito 'gusto'...
Pois um campeiro
que tem a doma por luxo
ão larga o jeito gaúcho
pelo motivo de um susto.
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