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Relva
de casa minha,
comia de pressa e depois
corria pra fora.
Quanta emoção,
um chute numa bola,
tu que dizia baixinho:
"amor meu te amo".
Neve
derretida ao sol,
na relva os nossos livros
a esperar.
E enquanto eu
te ensinava a fazer amor
come uma flor imatura
acabou a tua canção.
Uma outra primavera
quiçá quando virá,
por isto dá vida
pego aquilo que dá.
Amar uma outra vez,
eis o que farei,
me iludirei que seja
a relva de casa minha.
Quanta emoção,
um chute numa bola,
tu que dizia baixinho:
"amor meu te amo".
Mas
a vida é esta,
parece um estranho jogo
de equilibrista.
Sempre mais pra cima
e depois uma bela manha
você acorda com a vontade
de retornar menino.
Mas uma outra primavera
quiçá quando virá,
por isto dá vida
pego aquilo que dá.
Amar uma outra vez,
eis o que farei,
me iludirei que seja
a relva de casa minha.
Mas uma outra primavera
quiçá quando virá,
por isto dá vida
pego aquilo que dá.
Amar uma outra vez,
eis o que farei,
me iludirei que seja
a relva de casa minha.
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