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Repertório alimentar infantil: 6 dicas para melhorar a qualidade do que as crianças comem 

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A qualidade alimentar dos humanos, de uma forma geral, é considerada fundamental para que as pessoas tenham uma vida mais saudável. Mas uma grande dificuldade que os pais costumam enfrentar está justamente em conseguir criar um ambiente no qual as crianças realmente consigam consumir alimentos que sejam considerados menos nocivos para a sua saúde. 

As dificuldades começam justamente pela evolução da própria indústria alimentar, que sabe justamente como conseguir agradar o paladar dos pequenos, que possuem uma série de características que os diferenciam do paladar dos adultos. O problema é que, na grande maioria dos casos, estes alimentos que as crianças adoram não são saudáveis. 

Contribui para isso ainda o ambiente que acaba justamente incentivando que as crianças consumam estes alimentos, com propagandas que acabam sendo publicadas e divulgadas o tempo inteiro. Outro fator que dificulta esse processo de educação alimentar é a vida corrida que muitos pais acabam tendo, e por isso optam por alimentos que sejam mais rápidos e fáceis. 

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Mesmo diante deste cenário desfavorável, é fundamental que os pais tentem fazer um esforço para que as crianças consumam alimentos que sejam considerados mais saudáveis. Isso vai ajudar que elas tenham mais chances de enfrentar uma série de problemas de saúde que são mais complicados nos pequenos e também vai ecoar de uma forma saudável na vida adulta. 

Guie pelo exemplo

Diversas pesquisas já comprovaram que o processo de aprendizado das crianças acaba se dando muito mais pelo exemplo, especialmente nas questões de formação humana, que é aprendido dentro de casa, e não em ambientes como a escola. Diante disso, é fundamental que a família toda se conscientize que eles terão que adotar hábitos de vida mas saudáveis para que as crianças cresçam diante daquele exemplo. E isso acaba sendo importante especialmente quando os pequenos estão na fase entre os 2 e 5 anos de idade, que é justamente quando eles estão mais observadores e atentos a tudo o que está acontecendo ao seu redor. 

Coma sempre junto com a criança

Repertório alimentar infantil: 6 dicas para melhorar a qualidade do que as crianças comem 

Outra coisa que os pais precisam aprender a fazer com os pequenos, e que também pode se tornar uma tarefa um pouco mais complicada, é justamente estar presente sempre nos momentos das refeições, ou pelo menos nas mais importantes. Deixar os pequenos comendo sozinhos pode acabar fazendo com que eles se tornem mais displicentes e optem sempre pelos alimentos que vão lhes trazer uma sensação de prazer mais imediata. É importante que estes momentos sejam considerados como momentos de alegria e descontração. 

Mantenha uma oferta generosa de alimentos saudáveis

Mesmo que a criança demonstre uma certa resistência para comer determinados tipos de alimentos, é muito importante que os adultos continuem sempre mantendo a oferta destes itens disponíveis. Primeiro porque vai ajudar naquele exemplo tão importante que os maiores precisam dar para os pequenos. Além disso, com o passar do tempo, estes alimentos vão fazer parte da rotina da criança, o que pode ajudar a tornar elas um pouco mais receptível. Mas, também neste caso, é fundamental que isso seja feito com um clima mas agradável, sem precisar forçar nada. 

Não negocie e nem premie

Um caminho que muitos pais e responsáveis acabam trilhando quando encontram muitas dificuldades neste quesito é entrar em uma espécie de negociação com a criança, muitas vezes oferecendo para elas determinadas recompensas cada vez que ela come um alimento mais saudável. Isso não é recomendado, pois nem sempre as crianças terão essa capacidade de “barganhar” na vida. Além disso, este comportamento, quando parte dos adultos, pode reforçar que comer aqueles alimentos realmente é algo ruim, tanto é que eles estão precisando recompensar os pequenos com algo bom. O ideal mesmo é envolver a criança em alguma etapa do processo, como a escolha ou o preparo do alimento. 

Seja criativo

Pode ser que os adultos tenham que colocar sua capacidade criativa para trabalhar neste ponto. A ideia é de que muitos destes alimentos são oferecidos apenas de uma única forma para as crianças, sempre com o mesmo modo de preparo e com a mesma textura. Talvez os pais tenham que mudar um pouco essa forma de oferecer a comida para que as crianças fiquem um pouco mais tentadas.

Envolva os pequenos no planejamento

Pode ser interessante fazer com que as crianças se sintam mais presentes e participativas na nos momentos que antecedem a chegada do alimento ao prato. Por exemplo, se elas tiverem participado da compra dos tais alimentos, ou ainda do seu preparo, elas vão saber de onde eles vieram e também saberão que elas tiveram participação até aquele estágio. Esses sentimento de proximidade pode ajudar a introduzir alguns alimentos na alimentação das crianças. 


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