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Estilos de vida bizarros que até parecem mentira, mas não são

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Por mais que a sociedade pregue um "formato" ideal de estilo de vida, muitas pessoas preferem seguir o caminho contrário, fugir do que é comum e viver um estilo de vida alheio ao que pensam as demais.

E não tem nada de errado nisso, desde é claro que não se infriga as leis e as normas de segurança, afinal, mesmo que algo não seja visto com bons olhos, cada pessoa escolhe o que é o melhor para si.

O detalhe, porém, é que muita gente escolhe caminhos absolutamente inusitados nesse sentido, o que naturalmente, causa estranheza em quem vê pelos olhos da sociedade. Conheça a seguir algumas pessoas que tem um estilo de vida diferente e até considerado bizarro por muita gente.

Estilos de vida esquisitos

A mulher que vive como se estivesse na Era Vitoriana

mulher vive usando roupas da era vitoriana

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Sarah Chrisman era uma mulher que não tinha o desejo de usar um espartilho, mas após ganhar a uma peça de seu marido em seu aniversário de 29 anos, ela disse que esse tipo de roupa mudou sua vida.

Após ganhar o espartilho ela estudou mais sobre a era vitoriana e passou a se vestir dessa forma. Ela e seu marido, Gabriel, se empenharam em viver totalmente ao estilo vitoriano, obviamente dentro dos limites modernos.

Isso significa que ela se lava "com um jarro e uma bacia todos os dias", costura à mão as próprias roupas de fibras naturais. Além disso, ela não dirige carro e usa lâmpadas de óleo para a maioria da iluminação em sua casa vitoriana em Port Townsend, WA.

No que diz respeito a cozinhar, Chrisman procura usar um livro de receitas do século XIX. Atualmente o casal usa um refrigerador para armazenar os alimentos, mas estão aguardando o momento para mudar para uma caixa de gelo para deixar mais autêntico seu estilo de vida.

Sarah Chrisman escreveu um livro, "Victorian Secrets: O Que Um Espartilho Me Ensinou Sobre o Passado, o Presente e Eu", onde oferece insights e explica sua escolha.

A mulher saudável que vive como uma pessoa paraplégica

mulher saudável mas que usa cadeira de rodas

Uma química de 57 anos de Salt Lake City, Utah, parece ter o sonho bizarro de se tornar um paraplégica. Mesmo sendo saudável, ela vive como uma pessoa com deficiência. Para viver seu sonho, ela se locomove com cadeiras de rodas e usa longas chaves de pernas que a impede de fazer seus movimentos, tudo para que ela possa se locomover usando muletas.

Mas, diferente de uma pessoa com deficiência de verdade, quando ela precisa subir ou descer escadas, ela simplesmente se levanta, tira as chaves e caminha normalmente.

Assim como a maioria das pessoas paralisadas, ela gosta de atividades ao ar livre, porém, em vez de usar equipamentos especializados para permitir tais atividades, ela simplesmente vai em caminhadas de 12 horas na floresta, descendo encostas perigosas e subindo montanha e picos como uma pessoa normal.

Devido ao seu estilo de vida, em 2008, ela foi diagnosticada com BIID, Transtorno de Identidade de Integridade Corporal, um distúrbio psicológico que faz com que os pacientes se sintam melhores vivendo como amputados ou paraplégicos. Chloe admite que, às vezes, fantasiar em se envolver em um acidente de carro que realmente danifique suas pernas.

A mulher que vive na mesma casa com o marido e o amante

Estilos de vida bizarros que até parecem mentira, mas não são

Quando Maria Butzki deixou seu marido Paul por outro homem, ela não sabia que sentiria tanta falta de seu marido, mas também não conseguia se imaginar sem seu amante Peter Gruman. Porém, quando os dois homens, passaram a ter uma grande amizade, surgiu a solução perfeita, assim Peter se mudou para a casa da família em Barking, no leste de Londres.

Com isso Maria passou a morar na mesma casa com seu marido, amante e seus dois filhos adolescentes. Para viverem bem, Peter dorme no sofá e Paul em um quarto, enquanto Maria divide um quarto com sua filha mais velha.

De acordo com as notícias, os três nunca compartilham uma cama, mesmo com ela se relacionando sexualmente com os dois homens. Ainda segundo informações atribuídas a ela, existem muitos benefícios em viverem juntos, já que as crianças se beneficiam de três adultos que ajudam com o trabalho escolar e com a parte finaceira, contribuindo assim com a saúde da renda familiar.




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