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7 coisas bizarras que as pessoas faziam no passado e você nem imagina

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Escolas inusitadas que você provavelmente não sabia que existiam

Ao ouvir histórias da infância de nossos pais e avós, ou até mesmo ver um filme antigo, por vezes percebemos que algumas brincadeiras eram totalmente diferente das que existem hoje em dia.

O detalhe, porém, é que indo um pouco mais longe, na história dos antepassados, é possível descobrir até algumas coisas que eles faziam e que hoje são consideradas absolutamente bizarras.

A seguir você confere alguns exemplos disso, a lista inclui até mesmo coisas que eram vistas como diversão, mas que eram coisas de extremo mal gosto, pra dizer o mínimo. Veja!

Coisas bizarras que muita gente fazia no passado

Exposição de bebês encubados

Exposição de bebês encubados

Hoje em dia as encubadoras são itens comuns em hospitais e maternidades, mas reza a lenda que, antes delas serem populares, o inventor, Dr. Martin Corney, precisava usar estratégias para convencer médicos e hospitais sobre a eficiência da máquina.

Para mostrar como ela funcionava, então, criou-se uma exposição usando bebês prematuros, e nessa tal exposição, enfermeiras e médicos checavam o desenvolvimento do bebê como se estivessem dentro de uma rotina normal de um hospital.

Tingir os dentes de preto

Tingir os dentes de preto

Até onde se sabe, no século XVI na Inglaterra, apenas os ricos podiam comer doces e açúcar, uma vez que o produto era importado. E os ingleses gostavam tanto de doces que acabavam sofrendo com cáries e outros problemas dentários.

Diante disso, ter dentes escuros passou a ser considerado por muita gente como um indicativo de bom status social. Diante disso, muitos dos que não possuíam dentes escuros, usava carvão para escurecer artificialmente.

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Fogo nos felinos

Fogo nos felinos

No século XVII, muitos parisienses tinham um hábito bizarro e consideravelmente desumano de se divertirem. Os franceses simplesmente colocavam fogo em gatos na rua.

Alguns praticavam essa crueldade por acreditarem que os felinos tinham ligação com bruxaria, sendo assim colocavam o animal em um saco para atear fogo e soltavam para vê-lo correr em chamas. Essa prática era feita tanto pelas classes populares quanto pela realeza.

Mancar

mancar

No século XIX, a princesa Alexandra, da Dinamarca, foi idolatrada pelo povo do Reino Unido, após ter se casado com o príncipe Gales. Logicamente a princesa passou a ser alvo de referência de estilo e comportamento.

O detalhe, porém, é que o povo levou isso ao extremo. Como ela acabou contraindo uma doença que a deixou manca, isso fez com que muitas mulheres em Londres e região passassem a mancar também, algumas até compravam sapatos com saltos diferentes para mancarem de forma natural, enquanto outras usavam bengalas, tudo para ser igual à princesa.

Ver pessoas andando

Ver pessoas andando

Nos Estados Unidos, após a Guerra Civil, o pedestrianismo passou a ser um dos esportes mais populares. No esporte em questão, as pessoas disputavam uma espécie de corrida, mas sem correr: A ideia era andar normalmente e vencer a disputa.

Diante da ideia, chegaram a ser criadas até algumas arenas para a prática desse esporte e para as apostas. Só que a coisa deixou de ser popular quando a corrida de bicicleta passou a chamar mais atenção.

Fotos sem cabeça

Fotos sem cabeça

No século XIX, logicamente ainda não existiam computadores, pelo que, obviamente, ninguém usava também os famosos programas de edição de imagem da atualidade.

Apesar disso, porém, algumas mentes criativas conseguiam criar efeitos bem interessantes nas fotos. O fotógrafo Rejlander, por exemplo, criou uma técnica onde combinava negativos uma pessoa podia aparecer na imagem sem a cabeça, que por sua vez, podia ser posicionada em outro lugar da foto, como por exemplo, nos braços da própria pessoa.

Colecionador de lágrimas

Colecionador de lágrimas

Essa não era uma prática de diversão, mas sim uma forma de homenagear os mortos. Algumas pessoas até eram pagas para chorar em uma garrafa para que o falecido fosse visto como uma pessoa querida, uma vez que o número de garrafas de lágrimas demonstrava o quando o falecido era importante.


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