Elizangela

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Nome completo:
Elizângela do Amaral Vergueiro
Data de nascimento:
11/12/1954

Biografia

Começou na televisão no Clube do Guri da TV Tupi do Rio e em 1965 apresentou o programa Essa Gente Inocente na TV Excelsior do Rio. Na TV Globo do Rio estreou em 1966 no Clube do Capitão Furacão, programa infantil da TV Globo comandado por Pietro Mário. Começou a atuar em novelas nos anos 70.

Arriscou ser cantora, e lançou um disco em 1978, o compacto/single intitulado "Elizângela", que continha as canções "Ele ou Você" e "Pertinho de Você", distribuído pela gravadora RCA para todo o Brasil e exterior. O single vendeu mais de um milhão de exemplares e a canção do compacto, "Pertinho de Você" ficou entre as mais tocadas por 52 semanas no Brasil e é recordista de audiência no ECAD. Foi premiada como um das melhores cantoras do país. Após o estrondoso sucesso, a atriz sofreu pressão da indústria fonográfica e teve que decidir entre interpretar ou cantar, e resolveu desistir da carreira de cantora. "Era uma manipulação horrorosa. Queriam me forçar a entrar em um gênero e eu queria buscar meu estilo.

Interpretou diversos personagens marcantes na televisão, entre eles a bela e mimada Patrícia de Locomotivas (1977), a dissimulada Mariúcha de Jogo da Vida (1982), a obsessiva Marilda de Roque Santeiro (1985), a extravagante Rosemary Pontes de Pedra sobre Pedra (1992), a suburbana Magnólia de Por Amor (1997), a chantagista Djenane de Senhora do Destino (2004), a interesseira Shirley Miranda de Cobras e Lagartos (2006), a cafetina Cilene de A Favorita (2008) e a divertida Nicole no remake de Ti Ti Ti (2010).

De 1985 a 1992 ficou afastada da Rede Globo, que estava deixando muitos atores na famosa "geladeira", e muitos estavam se afastando dessa emissora. Elizângela, então, foi chamada para atuar na Rede Manchete, só que lá ficou pouco tempo e a novela que fez não deu um bom resultado e ela decidiu sair, como muitos atores, já que a emissora estava indo a falência. Nesse período passou grandes dificuldades com uma filha adolescente para criar e para sobreviver acabou atuando em pequenas peças de teatro. Ela fez um teatral chamado Lar Doce Lar, até que o presidente da época, Fernando Collor, proibiu o teatro por causa da censura. Elizângela, então, para sobreviver, entregou o apartamento que morava alugado e passou a morar com a mãe pagando o aluguel dela, e mandou a filha ir morar com o pai, pois não queria a menina passando fome junto com ela e sua mãe. Um dia, ela recebeu um convite de Older Cazarré para viajar e apresentar peças de teatro, e foi o que a salvou de dias piores.

Conseguiu voltar para a Globo pois Chico Anysio a chamou para participar de um quadro e ela foi conversar com os diretores, que pediram a sua volta para as novelas.

Em agosto de 2007 integrou o elenco do sucesso Os Monólogos da Vagina, de Eve Ensler com tradução, adaptação e direção de Miguel Falabella, dividindo o palco com Fafy Siqueira e Vera Setta, substituindo Tânia Alves.

Fez sucesso ao interpretar a mãe super protetora Íntima, em Aquele Beijo.








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