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9 tecnologias incríveis do Japão que não chegaram aqui no Brasil

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Que a evolução tecnológica ganhou destaque no Brasil ao longo das últimas décadas, não restam dúvidas. Mas uma coisa precisa ser dita: no que diz respeito ao desenvolvimento de novas tecnologias, o país está a léguas de nações como Estados Unidos e Japão, por exemplo, e isso só para citar duas das mais conceituadas no assunto.

E para ir um pouco mais longe, a verdade é que por mais que os brasileiros venham se abrindo para as novidades desse novo mundo tecnológico, a maioria da população ainda sofre até mesmo com o preço de produtos importados, como videogames, computadores, celulares de última geração, dentre outros.

Não obstante, há também uma série de motivos pelos quais muitos dos itens tecnológicos criados em outros países demoram um longo período para chegar também aqui no Brasil – sem falar que alguns podem nem chegar. A lista inclui elementos diretos e indiretos que vão desde as altas taxas cobradas, até a burocracia relacionada ao empreendedorismo de modo geral.

Agora, voltando a falar sobre como outros países considerados inovadores trabalham na criação de novas tecnologias, precisamos mencionar novamente o Japão, que de acordo com dados ainda de 2010, investe somente no que diz respeito à pesquisa e desenvolvimento, cerca de US$ 170 bilhões por ano.

Não obstante, o país também é conhecido por ter em suas próprias fábricas, mais da metade dos robôs industriais existentes no mundo. Toda a potência tecnológica do país, é até determinado ponto coordenado pelo MEXT (Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia), liderado pela pessoa do ministro Hirozaku Matsuno, também responsável pelos cuidados com imigrantes que desejam estudar no país.

No fim das contas, o que podemos ver é uma infinidade de criações tecnológicas interessantes que, por alguma razão, ainda não chegaram no Brasil. A seguir você pode conferir alguns exemplos nesse sentido e poderá então se juntar a nós na torcida para que ao menos algumas delas possam dar o ar da graça por aqui em um futuro próximo. Confira!

Tecnologias japonesas que ainda não chegaram por aqui

Privadas tecnológicas

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Inusitado? Talvez, mas a verdade é que as privadas inteligentes fazem grande sucesso no Japão. As opções vão desde as mais baratas, até algumas de luxo que chegam a custar a bagatela de US$ 11 mil.

Em relação aos benefícios, eles também podem variar: elas podem fazer a detecção do usuário, controlar odores, prevenir contra entupimentos e até ajudar a reduzir o desperdício de água.

Como se não bastasse, os famosos “iToilets” também possuem um sistema de jato que ajuda a limpar o usuário, dispensando a necessidade de papel higiênico, por exemplo. Além disso há ainda um conjunto de luzes ultravioletas que se ativam, elas servem para eliminar as bactérias do sanitário.

E isso não é tudo. Algumas opções modernas possuem painéis de configuração para ajuste do “perfil do usuário”, onde é possível definir a temperatura ideal do assento e do jato d’água, sem contar que alguns modelos podem até massagear a parte inferior da coxa do usuário.

Pra finalizar, há ainda um modelo da fabricante Toto, que cria um relatório de “visitas ao banheiro”, oferecendo Bluetooth para que o usuário possa parear o smartphone e ouvir uma música durante sua “estadia” no sanitário.

Robôs domésticos

robos-domesticos

O Japão também sai na frente quando o assunto é robô doméstico. Os Asimo ou o mais recente, Pepper, são apenas dois dos exemplos mais conhecidos. Até mesmo a famosa empresa automobilística Toyota já desenvolveu um para acompanhar motoristas em viagens.

No caso do Pepper, vale dizer que ele consegue identificar emoções e interagir com o seu “dono” de forma equivalente, podendo inclusive fazer a leitura corporal, dançar, conversar, ficar feliz, e muito mais.

Além dele, existem também diversos robôs ou sistemas montados em formatos humanóides que conseguem gerenciar compras em mercados e até desempenhar funções domésticas fia IoT, o que inclui acender luzes, trancar residências, ligar o ar condicionado, dentre outras.

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Exoesqueletos

exoesqueleto

Os exoesqueletos estão ganhando cada vez mais destaque ao redor do mundo, e o Japão é um dos países pioneiros na fabricação desse tipo de item. Um dos modelos desenvolvidos por lá é o HAL, da Cyberdyne.

Ele é feito de plástico e metal, sendo capaz de detectar impulsos musculares para antecipar ou sustentar os movimentos do usuário, podendo até contribuir com a locomoção de idosos e deficientes físicos.

Hotel de robôs

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O hotel Henn, é conhecido por proporcionar uma experiência inusitada: os hóspedes são atendidos por robôs, do check-in ao check-out, tudo é automatizado. O preço estimado do pernoite é de R$ 230. Que tal?

Trem rápido

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A ideia de ter um trem bala, há muito tempo permeia o imaginário dos brasileiros, mas ao que parece, esse sonho está longe de se tornar realidade por aqui. No Japão, no entanto, existe o Shinkansen, uma rede ferroviária de alta velocidade.

Criada ainda nos anos 60, ela permite que os trens atinjam velocidade de até 300 km/h – em viagens experimentais a velocidade máxima já chegou a 443 km/h em trilhos convencionais e até 580 km/h em linhas maglev. Acha que uma dessas funcionaria bem aqui no Brasil?

Combustível: hidrogênio

combustivel-hidrogenio

A busca por soluções que não denigrem o meio ambiente tem levado um grande número de empresas a repensar a indústria automobilística. Talvez seja ciente desse desafio, que a Honda começou vender no Japão um veículo chamado Clarity.

Trata-se de um carro movido a célula de hidrogênio. O motor elétrico é de 174 cv e a energia é obtida da transformação das células de hidrogênio em eletricidade. O detalhe é que o “tanque” cheio proporciona uma autonomia de 750 quilômetros, que tal?

O ponto negativo disso tudo é que até o momento a tecnologia é cara, já que o carro sai por US$ 67 mil, que seria algo em torno de R$ 224 mil em uma conversão simples de moeda. Não obstante, por enquanto somente 200 unidades são produzidas anualmente pela empresa.

Cidade inteligente

https://www.youtube.com/watch?v=vJKl4BQ7QiY

Aqui temos uma tendência que até já começa a dar as caras no Brasil, mas ainda sem tantas opções e variações como no Japão. As chamadas “Smart Cities”, na prática compõem um conceito de cidade tecnológica, como é o caso da cidade de Fujisawa SST, criada pela Panasonic.

Nessa ideia, as casas são alimentadas por energia solar, os carros e bicicletas são elétricos e os moradores recebem incentivo financeiro para reduzirem o consumo de energia, isso só pra citar alguns exemplos.

Dados móveis

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Quanto a tecnologia 3G foi anunciada no Brasil, muita gente ficou satisfeita – ao menos até descobrir que a cobertura e o serviço oferecido pelas operadoras, eram em sua maioria de ruim a péssimo.

A novidade mal funcionava de forma minimamente aceitável quando surgiu a notícia de que o 4G estava a caminho. A nova tecnologia chegou, e de novo, houve muita frustração por parte de alguns usuários.

O detalhe, porém, é que no Japão a tecnologia funciona bem e evolui rapidamente, de modo que não só o 4G se tornou um sucesso, como o país está prestes a lançar o 5G. A nova rede de alta velocidade deverá ser implementada para os japoneses já no próximo ano. A expectativa é de 1 Gbps com pico de até 10 Gbps.


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