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A garota "biônica" que não sente dores

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Ela mal come, dorme e não sente nenhuma dor, por esse motivo, os médicos a chamam de “menina biônica”.

Olivia Farnsworth confundiu os médicos quando foi atingida por um carro e arrastada pela rua, mas foi embora sem derramar uma lágrima. Sua mãe, Niki Trepak, de 32 anos, se preocupa com a filha, pois sua a condição significa que ela não possui ‘senso de perigo’. A menina biônica foi diagnosticada com uma condição rara, onde há uma ausência de cromossomos que a impede de sentir dor, fome e fadiga.

Ausência de dor, fome e fadiga: Uma rara condição

“Ela foi arrastada por cerca de dez carros na estrada. Foi horrível, eu não acho que seja algo que eu vá superar. Eu estava gritando e todos os meus outros filhos estavam gritando porque ela correu para fora.”

Mas Olivia só sabia perguntar ” O que está acontecendo? ”. Ela apenas se levantou e começou a caminhar de volta para mim.”

“Por causa do impacto, ela deveria ter tido ferimentos graves. Ela tinha uma marca de pneu em seu peito. Mas seus únicos ferimentos foram que ela não tinha pele no dedo nem no quadril. A mãe contou que Olivia nunca chorou como um bebê e parou de dormir com nove meses.

A condição também significou que seu cabelo não cresceu adequadamente até que ela tinha quatro anos de idade. Quando criança, caiu no chão e arrancou o lábio, sendo necessária várias cirurgias plásticas para reparar o dano.

Olivia agora toma medicação para dormir e é geralmente uma criança feliz, mas pode sofrer de explosões violentas. Certa vez, agrediu a mãe em um parque, dando socos e lhe falando palavrões.

O diretor-executivo da Dra. Beverly Searle, ex-biólogo de pesquisa, disse que Olivia foi o único caso de que ouviram falar no mundo. De 15.000 casos de transtorno cromossômico em sua base de dados mundial – apenas 100 são a supressão ‘6p’ que Olivia tem, podendo não haver mais ninguém com a condição semelhante à de Olivia.

A informação que Niki recebeu é que não é possível tratar transtornos cromossômicos. O que há de ser feito é um tratamento que proporcione o alívio dos sintomas. Além disso, Olivia come apenas para estabelecer uma rotina, já que não sente fome alguma.

Atualmente, a mãe e os irmãos da garota participam de um grupo de apoio para distúrbios cromossômicos. A ideia é poder entender a situação da menina, saber como lidar e também poder espalhar informações sobre essa rara condição genética.


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